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A verdade e a história de David Irving


"O holocausto dos judeus não é nada mais que uma marca comercial, que rende muito dinheiro..." - David Irving, em entrevista ao jornal espanhol "El Mundo" em 05 de setembro de 2009 pelo 70º aniversário do início da Segunda Guerra Mundial.

"Irving é um fantástico pioneiro da história contemporânea, que escreveu livros grandiosos. Sem nenhuma dúvida um historiador do tamanho de um Joachim Fest " - Rolf Hochhuth.

"É fato que Irving sabe mais sobre o nacional-socialismo, do que a maioria dos estudiosos profissionais desta área. Seu livro sobre Hitler permanece o melhor estudo que possuímos sobre o lado alemão da Segunda Guerra Mundial". - Gordon A. Craig, no Los Angeles Times, pág 01, de 07/1/2000.

Fato é que David Irving é sem sombra de dúvida uma das maiores autoridades revisionistas ainda vivas da história. 

Suas obras, brilhantemente escritas, criteriosamente bem embasada e riquíssimas em fontes nos ajudam a enxergar claramente  a verdade sobre a literatura "holocaustiana" que foi imposta na nossa era e serve até hoje como "porrete moral" para as mais diversas chantagens midiáticas, financeiras e governamentais, nas quais muito do modo delirante de pensar, julgar e agir está embasado em meio ao declive eminente do mundo ocidental. Por isso que, analisar critica e seriamente sobre a verdade daquela época, alicerce dos fundamentos internacionais que temos hoje é extremamente importante, e sim, básico, caso ainda queiramos um futuro para nossa civilização, pois ajudará a livrar-nos dos próprios fantasmas que nos foram colocados - e como um mantra diário repetidos até a exaustão - pois não se trata de conveniência, mas sim da verdade. 

O filme Deniel ("Negação", no Brasil) lançado nos cinemas do país nesta quinta-feira (dia 9), foi o motivo principal do levantamento desse artigo. O filme narra o enredo de Deborah E. Lipstadt (Rachel Weisz), a conceituada pesquisadora que, em seu livro, ataca veementemente o historiador David Irving (Timothy Spall), que prega que o Holocausto não existiu e que seria uma invenção dos vencedores para lucrar mais. Julgando-se prejudicado pelo que foi publicado, Irving entra com um processo por difamação contra Deborah. Só que, pelas leis britânicas, em casos do tipo é a ré quem precisa provar a veracidade da acusação. Logo ela se vê em uma disputa judicial que, mais do que envolver dois estudiosos da História, pode colocar em dúvida a morte de milhares de judeus durante a Segunda Guerra Mundial, segundo sua própria sinopse. 

Bem, se Hollywood, lar filmográfico dos judeus sionistas e pró-depravação alienativa dos gentis aprovou um filme com tal abordagem esperando uma "ultima palavra atual" que desviasse a atenção do público para mais uma narrativa que ensinasse uma falsa moral vã que em nada justifica os "engôdos históricos" que "Eles" estão acostumados a propagar, como tanto já fizeram na industria cinematográfica, usando-a de máquina de propaganda imperialista e aliada, isso pode muito bem ser um belo e retumbante "tiro no pé!". Pois basta que se aborde o tema a partir de qualquer ponto de vista onde se deixa escancarada a farsa da literatura do holocausto e isso fará o telespectador se perguntar... "ué? Mas o holocausto não é a verdade mais consistente de todas?", porque facilmente me levo a questioná-lo a partir de simples pontos de vista?". E facilmente se pode conceber que qualquer um pode ser levado a uma "verdade" não só pelo fato do condutor se bom em influenciar a uma por ele desejada, mas que uma mentira em si jamais será verdade absoluta. 


INICIO DA VIDA E CARREIRA

David John Cawdell Irving nasceu em 24 de março de 1938, em Brentwood, Essex na Inglaterra. O mais novo dos 4 filhos do oficial da marinha britânica John James Cawdell Irving e Beryl Irene Newington. Passou sua infância em Brentwood com seus irmãos John e Nicholas e sua irmã Jennifer. Lá, frequentou a escola pública Sir Antony Browne’s. Posteriormente estudou Ciências Naturais e Administração Pública na Universidade de Londres.

Em seguida trabalhou um ano no conglomerado Thyssen, no vale do Ruhr, (Alemanha), quando aprimorou seus conhecimentos do idioma alemão. Em 1959, Irving casou-se com uma mulher espanhola... união que lhe dera quatro filhos. 

David Irving jovem
Seguindo suas formações, profissionalmente Irving desenvolveu-se como publicitário e historiador. Após sua formação acadêmica dedicou-se principalmente a questões da história recente. Entre o mesmo ano de 1959 até 1961 publicou em jornais e periódicos ingleses, artigos direcionados a temas econômicos e históricos alemães.

De outubro de 1961 a janeiro de 1962 publicou no magazine Neue Illustrierte de Colônia, Alemanha, uma série de artigos sob o titulo: Wie Deutschlands Städte starben (Como cidades da Alemanha morreram) relatando o destino de grandes cidades alemãs, destruídas pelo terror aéreo promovido pelos aliados através de bombardeios em massa das cidades e de suas populações civis, ao final da Segunda Guerra Mundial.

Irving tornou-se conhecido através do seu livro The Destruction of Dresden (A destruição de Dresden), publicado em 1963. Foi o primeiro tratado histórico amplo referente ao bombardeio aliado em massa e indiscriminado sobre a população civil de Dresden, Alemanha, ocorrido em 13 e 14 de fevereiro de 1945.

O livro foi sucesso de vendas. Suas revelações, frutos de suas intensas pesquisas, levaram a informações até então inusitadas. Conforme opinião do Der Spiegel em 25 de junho de 1990, Irving protagonizou o "outsider" que expunha ao público o descaso e as imperfeições dos historiadores preeminentes nas suas pesquisas e no trato do assunto.

Irving alcançou destaque internacional com suas biografias de Adolf Hitler, Hitlers Weg zum Krieg (Estrada de Hitler para a guerra) e Hitlers Krieg (Guerra de Hitler), nos quais comprovou que Hitler não planejava uma "solução final", cuja orquestração lhe é atribuída atualmente. Na época, os historiadores Martin Broszat e Hans Mommsen lançaram críticas às conclusões de Irving, mas chegaram porém à conclusão pública de que efetivamente não houve ordens do chanceler para a "dauerhaftelösung" assim chamada "solução final", (o assassinato da população judaica na Alemanha). Também outras obras sobre a época do nacional-socialismo na Alemanha, como por exemplo, biografias sobre, Joseph Goebbels e Winston Churchill.

A CONTESTAÇÃO DO HOLOCAUSTO (PESQUISAS PROIBIDAS POR LEI)

Durante as eleições parlamentares europeias de 1984, a convite da "Deutsche Volksunion", Irving realizou um giro pela República Federal da Alemanha, proferindo palestras para os mais diversos públicos, como as Forças Armadas (Bundeswehr), as unidades das forças norte-americanas baseadas em Stuttgart e Frankfurt, e universidades alemãs. 

Devido à suspeita de propaganda e atividades a favor do Nacional-socialismo, o Ministério do Interior da Áustria deteve Irving em junho de 1984 e o extraditou para a República Federal da Alemanha. Em sua defesa Irving processou as autoridades vienenses, as quais concluíram pela ilegalidade da extradição.

A partir de 1988 passou a contestar a ocorrência do assim apregoado holocausto, ou seja o assassinato em massa premeditado de judeus, atribuído pela maioria dos historiadores modernos aos alemães em geral e ao regime nacional-socialista em especial, e como tal difundido na mídia pelos formadores de opinião. 

Contestou também especificamente a alegada utilização do gás Zyklon B para envenenamento de judeus ou outras minorias no campo de concentração de Auschwitz-Birkenau. O Zyklon B tinha aplicação para a desinfecção das instalações, a combater os piolhos que disseminavam o tifo, de fácil propagação em aglomerações humanas como nos campos de concentração.

Em 1989 uma nova extradição ocorreu e em janeiro de 1993 o tribunal de Munique condenou Irving por: 

"Ofensas e difamação à memória de falecidos" ("Beleidigung und Verunglimpfung des Ansehens Verstorbener") a uma pena pecuniária no valor de 30.000 marcos alemães. Argumento da condenação foi a declaração dada em 21 de abril de 1990 no Löwenbrau-Keller de Munique, de que: 

"...se sabia a esta altura, que a câmara de gás de Auschwitz exposta para turistas era uma armação, tendo sido construída após o final da guerra pelos poloneses".

No mesmo ano de 1989, publicou com algumas alterações, uma versão condensada de seus estudos sobre Adolf Hitler, sob o título : Führer und Reichskanzler – Adolf Hitler 1933 – 1945 (Líder e Chanceler do Império - Adolf Hitler 1933 - 1945). Nesta obra, por exemplo, retirou a palavra "Vernichtungslager" (Campo de extermínio), que havia utilizado em seus livros anteriores. Respaldou-se também no chamado Leuchter-Dokument (Relatório Leuchter), no qual Fred Leuchter concluiu que nos campos de concentração de Auschwitz, Birkenau e Majdanek , ao contrário da propagação midiática pós-guerra, não existiram câmaras a gás para execução de internados.

Em 1990 houve a primeira tradução para o alemão de uma biografia de Winston Churchill, “A luta pelo poder” ("Kampf um die Macht"), na qual Irving defende a tese, conforme o jornal Neue Zürcher Zeitung de 26 de junho de 1991, de que Churchill, devido a sua incondicional insistência em manter uma guerra total contra a Alemanha nacional-socialista, e a sua absoluta recusa a qualquer das propostas de paz alemãs, tenha se transformado ele no responsável pela destruição do império inglês.

Por solicitação do Sunday Times, Irving viajou em junho de 1992 para Moscou, para inspecionar os diários do então Ministro da Propaganda do Reich, Joseph Goebbels, descobertos por funcionários do Instituto de Historia Contemporânea de Munique (Institut für Zeitgeschichte).

O objetivo do Sunday Times de publicar trechos do diário, então inéditos, levou a críticas na Grã-Bretanha, devido a atualizações linguísticas procedidas por Irving nos textos. Assim em abril de 1996 a editora St. Martin's, dos EUA, suspendeu a edição de biografia de Joseph Goebbels, enquanto que na Inglaterra este livro foi publicado em 14 de abril de 1996 sob o titulo de "Mastermind of the third Reich".

PERSEGUIÇÕES E PRISÃO

D. Irving no Instituto pela Revisão Histórica
Em novembro de 1993 foi expulso da República Federal da Alemanha por decisão de autoridades do Ministério do Exterior em Munique, decisão confirmada por tribunal em março de 1996. Dados as condenações alemãs, Irving em seguida também sofreu expulsão do Canadá. Regimes de características pró-sionistas, como os da Austrália, Africa do Sul e Nova Zelândia também lhe recusaram a permissão de entrada.

David Irving provocou ainda repercussões internacionais, na sua condição de revisionista, com o processo judicial entre ele e a autora de livros sobre o chamado holocausto, a historiadora judaica Deborah Lipstadt e a Penguin-Books (tema do filme em cartaz). Acusado de crime de difamação, Irving foi considerado culpado. O juiz Charles Gray declarou que Irving era um "ativo negacionista do holocausto, um antisemita e um racista", o qual relacionava-se com "extremistas de direita". Argumentou ainda que, por motivos ideológicos teria manipulado material histórico e o reproduzido em forma falsificada.

A reação da mídia internacional foi comemorativa : "A razão triunfou" (?), estampou o jornal alemão Die Zeit de 19 de abril de 2000. Irving instaurou recurso de apelação, mas decisão do Supremo Tribunal de Londres em 20 de julho de 2001, o confirmou como "negacionista do holocausto", decisão que o condenou a responder pelas custas do processo, num valor correspondente a aproximadamente 6 milhões de marcos!

Na Estíria (Áustria) Irving foi detido em 11 de novembro de 2005, com base em ordem do tribunal de Viena de 08 de novembro de 1989, sob suspeita de infração contra a proibição de reativação de atividades nacional-socialistas, o "Verbotsgesetz 1947". Isto porque Irving tinha se locomovido para evento comemorativo da corporação estudantil vienense "Olympia". Em 20 de fevereiro de 2006 o tribunal de Viena condenou Irving a três anos de detenção, com base no parágrafo 3 do “Verbotsgesetz”, lei federal austríaca criada em maio de 1945 que proíbe o nacional-socialismo e suas manifestações.

Um jornal inglês comentou a respeito: 
"(Tal procedimento)... não é um combate ao fascismo (como oficialmente se apregoa), isto É fascismo".

Negar a um historiador o direito a interpretar ocorrências históricas de forma diferenciada da que apetece aos momentâneos detentores do poder, é vergonhoso para um Estado que se titula de "Estado de Direito". Relembra os tempos da inquisição, na qual qualquer um que negasse a pratica da bruxaria, automaticamente era ele próprio declarado bruxo.

O tribunal superior de Viena, aos 20 de dezembro de 2006, em processo de apelação, converteu os dois anos restantes da pena em liberdade condicional. Irving assim readquiriu a liberdade, abandonou o território sob soberania austríaca e fixou residência na Flórida.

ATIVIDADES APÓS LIBERTAÇÃO

Irving em 2007 lendo matéria sobre sua condenação
Numa entrevista ao jornal espanhol El Mundo em 05 de setembro de 2009, Irving definiu o termo "holocausto" como sendo um slogan de apelação comercial, inventado pelos judeus nos anos 1970, e transformado em moda com as mesmas técnicas de propaganda atribuídas a Joseph Goebbels.

Em fevereiro de 2009 colocou-se a disposição a orientar o religioso britânico Richard Williamson como proteger-se contra acusações de "prática criminosa" às quais poderia estar sujeito em função de suas análises revisionistas

Em setembro de 2010 Irving realizou uma viagem de 9 dias à Polônia, conduzindo excursionistas aos locais históricos da Segunda Guerra Mundial, entre outros a Treblinka e ao Quartel General do Führer, a Wolfsschanze.


Referencias:




Internationales Biographisches Archiv 31/2000

Links externos:

Site oficial de David Irving: Real History! Welcome to David Irving's Website

Institute for Historical Review: http://www.ihr.org

Comentários

  1. Passando só pra ler mais pontos de vista.
    É de destaque ver que ele NUNCA fica preso em definitivo. Se há tanto poder dos sionistas, como o texto diz, por que ele não é preso logo permanente ?

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  2. Caro Uiber. Se quer mesmo ver o outro lado, entenda que é preciso coragem. Talvez David Irving não tenha sofrido penas tão severas quanto a de outros, mas, você se equivoca um pouco e seu senso de punição e justiça é alterado:

    O simples fato de você receber punições graves por "crimes de opinião" não deveria ser inaceitável para a sociedade democrática?

    Pesquise um pouco mais no nosso site e verá casos aberrantes: Sylvia Stolz, Erich Priebich, Host Malher, S.E. Castan, German Rudolf, Freud Luotcher, David Cole, etc...

    ResponderExcluir

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