Pular para o conteúdo principal

Dr. Adriano Benayon: O jogo da oligarquia imperial



Por: Adriano Benayon

Muitas pessoas não concebem como possível a perversidade com que são conduzidas as políticas de Estado das potências imperiais, seja essa perversidade o motivo primeiro ou efeito colateral de seus jogos de poder.

2. A oligarquia financeira controla os governos dessas potências e os seus sistemas de instrução pública e de comunicação social, incumbidos de gerar a carência de capacidade analítica e interpretativa dos fatos, que determina as maiorias a não perceberem o quanto as políticas imperiais são destrutivas e mesmo genocidas.

3. As potências imperiais são o Reino Unido (Inglaterra) e os Estados Unidos, cujas oligarquias financeiras se interpenetram. Outras, a elas associadas, são sub-imperiais, antigas potências imperiais derrotadas na disputa pela hegemonia e que se associaram ao império dominante.



4. É o caso, pela ordem cronológica, de Holanda, França e Alemanha. Esta aparece, hoje, como a principal delas, dando, na Europa a falsa impressão de ter luz própria, ao aparecer como o grande opressor direto dos países relegados à condição de periferia da União Europeia.

5. A notável vocação tecnológica e industrial da Alemanha, semelhante e maior em grau que a da França, tornou-se, para o império anglo-americano, um sério risco, do ponto de vista de sua pretensão de hegemonia mundial absoluta.

6. Essa é a origem das duas guerras mundiais que marcaram o Século XX. A França já caíra a segundo plano, desde o final das guerras napoleônicas, e a Holanda fora batida na segunda metade do Século XVII.

7. A Alemanha desenvolveu-se, desde o Século XVIII, impulsionada por clarividentes políticas de Estado, que culminaram, na segunda metade do Século XIX, com o primeiro-ministro Otto von Bismarck, que levou a Alemanha pouco após sua morte, em 1890, a ultrapassar a Inglaterra em poder industrial.

8. Pouco antes disso, intrigas da diplomacia e dos serviços secretos britânicos fizeram com que Bismarck fosse demitido pelo novo Imperador, Guilherme II.

Otto Eduard Leopold von Bismarck-Schönhausen (1815 - 1898),  nobre, diplomata e político prussiano. O chanceler de ferro, foi o estadista mais importante da Alemanha do século XIX. Coube a ele lançar as bases do Segundo Império, ou 2º Reich (1871-1918), que levou os países germânicos a conhecer pela primeira vez na sua história a existência de um Estado nacional único. Para formar a unidade alemã, Bismarck desprezou os recursos do liberalismo político, preferindo a política da força , assim como tomou firmes atitudes anticlericais contra a Igreja católica numa política que ficou conhecida por Kulturkampf (luta pela cultura).

9. O objetivo fora desmontar o edifício de alianças construído por Bismarck, que assegurou evitar a eclosão de algo como a primeira guerra mundial ainda no século XIX.

10. Não que Bismarck fosse pacifista. Nada disso: o mestre-mor do realismo político ficara contente com o status quo, após ter liderado a Alemanha em várias guerras e vitórias que a colocaram em posição de destaque no cenário do poder internacional.

11. Finalmente, a Grã-Bretanha (Inglaterra) logrou envolver o Imperador alemão em suas provocações, após o ter afastado da Rússia e desencadear a guerra, em 1914, da qual acabaram participando dezenas de países nas duas coligações que se opuseram.

12. O objetivo mesmo foi debilitar Alemanha e França ao mesmo tempo, eliminar a Alemanha como concorrente na hegemonia mundial e consolidar a condição de potência de segundo plano da França.

13. Conseguiu: entre outros resultados, morreram seis milhões de franceses e cinco e meio milhões de alemães, sem falar em milhões de mortos de aliados de uma e de outra.

14. A Alemanha foi, ademais, condenada, em função da “Paz” de Versalhes (1919), a pesadas reparações de guerra, que teve de pagar principalmente à França e também à Grã-Bretanha, as quais repassavam o dinheiro aos EUA para servir a dívida decorrente dos financiamentos recebidos para custear a guerra.

15. Seguiu-se a enganosa euforia dos anos 1920 e a depressão econômica e social dos anos 1930, entre cujas manifestações políticas avultou o fascismo, inclusive nazismo.

16. Muito se tem discutido sobre a natureza desse regime. Há pouco divulgou-se artigo referente à obra do historiador italiano Renzo de Felice, segundo o qual o fascismo teria, na maioria dos casos, ascendido ao poder através de golpes de audácia, favorecidos pela covardia das classes dominantes e médias.

17. Nesses debates apareceu a asserção, equivocada, mas não contestada, de que a Alemanha foi o único caso em que o fascismo chegou ao poder por eleições diretas.

18. De fato, foi uma conspiração, envolvendo chantagem junto ao presidente, Marechal Hindenburg, conduzida por banqueiros alemães associados à oligarquia financeira anglo-americana.

19. Do ponto de vista formal, assinale-se que no regime parlamentarista da Constituição de Weimar nem existiam eleições diretas. Mas o importante é que os nazistas, nas eleições para o Reichstag, nunca tiveram votos suficientes para escolher o chefe do governo (o presidente é o Chefe de Estado).

20. Os nazistas nunca obtiveram, nem de perto, a maioria absoluta, que os levasse a comandar o parlamento e o governo conforme a Constituição.

21. Nas últimas eleições, em novembro de 1932, tiveram declínio na votação, para 32%. Nunca havia maioria parlamentar, e o presidente sempre escolhia o Kanzler, conforme um artigo de exceção, no caso de não haver maioria no Reichstag.

Este episódio está bem descrito no artigo 30 de janeiro de 1933. No início de 1933, houve a eleição na região do Lippe, onde o partido de Hitler obteve um aumento de 18% em relação ao resultado de novembro. Isso destruiu os argumentos da imprensa liberal-comunista e mostrou que o NSDAP estava mais vivo do que nunca, apesar do crescente e sempre presente terror vermelho – Nt.

22. Hindenburg decidira, após aquela eleição, nomear o chefe do Estado-maior do Exército, General Kurt von Schleicher, o qual reverteria a depressão e o descalabro financeiro, com economistas, como Lautenbach e outros, de confiança de Federações patronais e de sindicatos de trabalhadores, com políticas de conteúdo superior às de Keynes e de Schaacht, o czar da economia de Hitler.

O grande ideólogo por detrás do milagre econômico de Hitler foi sem dúvida alguma Gottfried Feder. Hoje em dia, à véspera de mais um reset do sistema, o serviço de desinformação do inimigo faz de tudo para mostrar a anuência de Hitler perante as Altas Finanças e apresenta como prova disto o “Czar Schacht”. Como podemos ler no artigo “Política Econômica do Terceiro Reich”, o maçom Hjalmar Schacht foi uma peça de transição, dispensado quando não foi mais necessário – Nt.

23. Isso não agradou, de forma alguma, a oligarquia financeira anglo-americana, que jogou a carta de Hitler, com intenção, convertida em realidade, de causar a 2ª Guerra Mundial. Ao contrário da difundida e falsa imagem do ditador nazista, ele não era nacionalista, mas sim somente racista, fanático admirador do imperialismo britânico.

24. Antes de galgar o poder e fazê-lo absoluto, com o golpe de incendiar o Reichstag, cassar os mandatos dos deputados comunistas, para obter a maioria absoluta que lhe permitiu conseguir os plenos poderes, Hitler prometera invadir a Rússia, o que cumpriu em junho de 1941.

“Hitler não era nacionalista…”, “mandou atear fogo no Reichstag…”, apenas repetição dos velhos falsos clichês da propaganda sionista. Recomendamos a todos uma leitura atenta dos artigos sobre o Nacional-Socialismo que publicamos em nosso Portal – Nt.

25. Foi notório e conspícuo o apoio e a admiração recíproca entre líderes da indústria e das finanças anglo-americanas, bem como de figuras de proa da família real britânica, e Hitler.

26. A simpatia deste pelos britânicos teve, entre outras confirmações, a determinação do Führer aos chefes militares de darem ordem de alto ao Exército, sem a qual os panzers alemães teriam esmagado, na Flandres (França e Bélgica), a força expedicionária do Reino Unido (ou a feito prisioneira), no final de maio de 1940, quando mais de 300 mil combatentes foram evacuados na famosa retirada de Dunquerque.

27. A 2ª Guerra Mundial começou para valer na Europa, no verão seguinte, quando Hitler ordenou a operação Barbarossa (invasão da Rússia), engajando nela, a quase totalidade do poderio armado alemão.

28. Então ocorreram as grandes batalhas da 2ª Guerra Mundial, por quatro anos, até o final de maio de 1945, a maior parte dos quais em território da União Soviética, cujos mortos são calculados em 20 milhões, além de seis milhões de alemães, afora enorme devastação material.

29. Novamente, o objetivo era destruir duas potências rivais. No caso da Alemanha completar o debilitamento encetado com a 1ª Guerra Mundial. No da Rússia, aniquilar a economia e o poder de um enorme país que apresentava potencial de surgir como potência de primeiro plano.

30. As forças anglo-americanas – notadamente a aviação, área em que tinham superioridade – ajudaram a destruir a infra-estrutura alemã, na fase final da guerra, quando a Rússia já havia feito o essencial do serviço. Além disso, os anglo-americanos assassinaram centenas de milhares de alemães, por meio dos bombardeios genocidas a várias cidades, notadamente Dresden e Berlim, com o objetivo colateral de intimidar a Rússia.

31. Fizeram algo semelhante na Guerra com o Japão, quando este já estava derrotado e pronto a assinar a rendição, fazendo os bombardeios nucleares sobre Hiroshima e Nagasaki (06 e 09 de agosto de 1945).

Sobre o autor:

Adriano Benayon, Brasileiro, nascido em 1934, Consultor em finanças e em biomassa. Doutor em Economia, pela Universidade de Hamburgo, Bacharel em Direito, pela Universidade Federal do Rio de Janeiro - UFRJ. Diplomado no Curso de Altos Estudos do Instituto Rio Branco, Itamaraty. Diplomata de carreira, postos na Holanda, Paraguai, Bulgária, Alemanha, Estados Unidos e México. Delegado do Brasil em reuniões multilaterais nas áreas econômica tecnológica. Depois, Consultor Legislativo da Câmara dos Deputados e do Senado Federal na área de economia. Professor da Universidade de Brasília (Empresas Multinacionais; Sistema Financeiro Internacional; Estado e Desenvolvimento no Brasil). Autor de Globalização versus Desenvolvimento, 2ª ed. Editora Escrituras, São Paulo.

Fonte: Inacreditavel

Veja Também:




Comentários

O mais lido da semana

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Matt Parott: A capital de israel é Washington D.C.

Por Matt Parott
A capital de uma nação é o seu lugar de poder incontestável, a base de onde ele dirige sua política militar e doméstica, seu centro de gravidade e seus cofres econômicos. Trump se inverteu em mais uma promessa de campanha, declarando que a embaixada dos Estados Unidos em Israel precisa se mudar de Tel Aviv, o centro neuronal real de Israel, para Jerusalém, como parte de um esforço para roubar mais território dos árabes. Em sua campanha, Trump prometeu ser um corretor honesto, para alavancar suas habilidades de negociação de classe mundial para tentar negociar a paz no Oriente Médio. Sem desculpas, ele está quebrando essa promessa.
O homem que escreveu "The Art of the Deal" não conseguiu concessões de Israel. Ele envolveu esta declaração sem nenhum acordo global de qualquer tipo que possa ser interpretado como uma tentativa de tentar chegar a um resultado justo. Trump está intimidando os palestinos em nome dos judeus, mesmo que a comunidade judaica americana per…

Nimrod de Rosario, Sabedoria Hiperbórea e Geopolítica

Luis Felipe Moyano (1946-1996), mais conhecido como Nimrod de Rosario, foi um escritor argentino que estudou profunda e extensivamente a comparatividade de religiões, a espiritualidade e a mitologia ao longo da história; e deu desenvolvimento a uma Cosmologia gnóstica conhecida como Sabedoria Hiperborea. Ele é o autor de "El Misterio de Belicena Villca" (O Mistério de Belicena Villca), um romance místico-histórico, e dos dois volumes do tratado "Fundamentos de la Sabiduría Hiperbórea" (Fundamentos da Sabedoria Hiperbórea), um estudo complexo, incluindo muitos detalhes científicos, lidando muitas vezes com a Física e as correlações de tempo-espaço.
Ele também foi o fundador da sociedade esotéricasecreta OCTRA (Orden de Caballeros Tirodal de la República Argentina -  Ordem Tirodal dos Cavaleiros da República Argentina, sendo "Tirodal" uma contração dos nomes das duas runas "Tyr" e " Odal "), e se correspondia com o conhecido escritor chil…

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

Benjamin Freedman, um judeu expondo a judiaria organizada pelo mundo

Benjamin Harrison Freedman [Friedman] foi uma das pessoas mais intrigantes e surpreendentes do século XX. Nascido em 1890, foi um empresário judeu bem-sucedido de Nova Iorque e chegou a ser o principal proprietário da Woodbury Soap Company. Rompeu com a Judiaria organizada após a vitória judaico-comunista de 1945 e gastou o resto de sua vida e grande parte da sua considerável fortuna, avaliada em cerca de 2,5 milhões de dólares, expondo a tirania judaica que envolveu os Estados Unidos.
Mr. Freedman sabia do que falava, porque tinha sido um insider [membro de um grupo com acesso a informação confidencial] nos mais altos níveis de organizações e maquinações judaicas que tinham por objectivo obter poder sobre a nossa nação [EUA]. Mr. Freedman privou de perto com Bernard Baruch, Samuel Untermyer, Woodrow Wilson, Franklin Roosevelt, Joseph Kennedy, John F. Kennedy e muitos dos homens mais poderosos dos nossos tempos.
Este discurso no Willard Hotel, em Washington DC, foi proferido perante uma…

América Latina, o último bastião ocidental? Porque o islã não cresce aqui

Segundo um estudo feito pelo Pew Research Center (Centro de Pesquisas Pew - PRC) (1), intitulado; "O Futuro das Religiões do Mundo", divulgado em abril desse ano, prevendo a projeção para o futuro das religiões, indicou que o número de adeptos do islã irá ultrapassar, caso assim continue, o número de cristãos até o fim desse século (entre 2050 - 2100, tornando-se a religião com o maior número absoluto de fiéis do planeta. E, seguindo a contra corrente mundial, a única região do mundo em que isso não vai acontecer é a da América Latina, pois o aumento do número de seguidores do Corão não acompanha o ritmo registrado em outras partes do mundo. Oque, por conseguinte, aponta essa parte da América como a única região onde a taxa de crescimento da população estimada para 2050 supera com folga o aumento de muçulmanos.
O islã, como se pode deduzir no parágrafo acima, é de fato a religião que mais cresce no mundo. O levantamento prevê que, entre 2010 e 2050, enquanto a média de cresci…

Terceira Posição: sintese Histórica e Ideologica

tradução: Gabriel Pimentel
Recentemente tem havido algumas discussões no que diz respeito ao que constitui ao terceiro posicionamento politico. Eu decidi tomar ele próprio como tema, e iniciar uma discussão sobre a história da terceira posição, suas variantes, e algumas dessas variantes como princípios ideológicos.
Eu não quero que este tema para se degrade em um debate sobre se ou não conceitos tais como o nacional-anarquismo são compatíveis com o nacionalismo "terceirista", esta discussão é principalmente sobre a história e a ideologia dos movimentos de terceira posição, por isso peço a todos centrem esta conversa em torno destes temas exclusivamente.
Definição:
O conceito de terceira posição é algo muito básico. É uma vértice que se dissipa entre o capitalismo e o socialismo, algo como uma "terceira opinião".
Os historiadores e teóricos políticos normalmente usam o termo para descrever várias correntes ideológicas nacionalistas que se originaram no início do século 2…

Mark Weber: A liderança judaica na Revolução Bolchevique e o início do Regime soviético

Por Mark Weber
Na noite de 16-17 de julho de 1918, uma esquadra da polícia secreta Bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, o Czar Nicolau II, junto com sua esposa, a Czarina Alexandra, seu filho mais velho de 14 anos, o Czaverch Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram abatidos numa salva de balas num pequeno espaço de um cômodo da casa em Ekaterinoburgo, uma cidade na região dos Montes Urais, onde eles estavam mantidos como prisioneiros. A complementação da execução das filhas foi feita com baionetas. Para prevenir o culto ao Czar morto, os corpos foram descartados para o campo aberto e apressadamente enterrados em um túmulo secreto.
Avaliando o sinistro legado do comunismo soviético
As autoridades Bolcheviques inicialmente relataram que o imperador Romanov tinha sido baleado após a descoberta de um plano para liberar ele. Por algum tempo as mortes da Imperatriz e das crianças foram mantidas em segredo. Historiadores soviéticos alegaram por muitos anos que bolcheviques loca…

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje
Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.
A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.
E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 
Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe pa…