domingo, 22 de fevereiro de 2015

A Farsa do vitimismo Afro-descendente


Por: João Carlos de Almeida

“Eu mesmo que escrevo agora isto aqui não sou branco. Sou mestiço. Meu avô paterno era negro e meu pai é mulato. Não se trata aqui de um supremacista branco malhando os negros. Pelo contrário. Estes marginais aí são, de certa forma, meus “manos”, como eles mesmos dizem.”

A consciência negra revisada

Semana passada traduzimos um post intitulado "O que fazer a respeito da violência inter-racial negra?", do blog View from the Right. Paul K. começa afirmando que achava que os donos de cinema deveriam ter o direito de proibirem a entrada de grupos de adolescentes negros, por “serem escandalosos e incomodarem os outros” e terem "propensão à violência.” Em seguida, ele menciona três episódios recentes de violência extrema cometidas por negros contra brancos e asiáticos nos Estados Unidos (registrados em vídeo) e chama atenção para o fato de que a imprensa nunca comenta o fato de que a violência inter-racial no país é praticamente sempre de negros contra brancos e amarelos e não o contrário.

Que algo em torno de noventa por cento (90%) de todos os crimes violentos cometidos nos Estados Unidos são obra de negros e latinos é fato que até os demagogos esquerdistas do partido Democrata sabem. Mas, para fazer justiça a Paul K., gostaríamos de deixar registrados dois eventos recentes.

Um é o fato de um marine recém-chegado do Afeganistão ter sido espancado na noite de Natal, juntamente com sua esposa, por um grupo de marginais adolescentes negros em Brandentown, na Flórida, ao saírem de um cinema. Motivo: ele havia pedido a eles, que estavam fazendo arruaça durante o filme que assistiam, que se aquietassem.

Como comenta o blogueiro Van Helsing, de cuja página tiramos esta matéria, “A razão pela qual este não foi um incidente racial é porque as vítimas eram brancas e os agressores, evidentemente, negros.”

Não acredita né? Pois veja esse vídeo recente e tenha todas as provas, vamos tenha coragem!

A outra matéria é esta sobre um arrastão de dezenas de (adivinhe) marginais adolescentes negros a um shopping em Milwaukee, no Winsconsin, no último domingo. A imprensa, em sua novilíngua esquerdista, se referiu ao bando como “jovens rebeldes” [unruly young people]. JOVENS REBELDES?!

Vendo barbaridades como estas, dá para entender perfeitamente o que motivou as antigas leis de segregação racial nos estados do sul dos Estados Unidos. Os dados disponíveis sobre a criminalidade americana durante o século XIX e início do século XX já apontavam um envolvimento imensamente desproporcional da população negra em crimes violentos.

Eu mesmo que escrevo agora isto aqui não sou branco. Sou mestiço. Meu avô paterno era negro e meu pai é mulato. Não se trata aqui de um supremacista branco malhando os negros. Pelo contrário. Estes marginais aí são, de certa forma, meus “manos”, como eles mesmos dizem. Daí meu nojo em relação à coisa toda. Nós negros e mestiços deveríamos dar graças a Deus todos os dias por podermos viver em nações ocidentais decentes ao invés de em alguma ditadura africana. Se estas pessoas aí de fato odeiam tanto os brancos, por que diabos preferem sofrer no meio deles, ao invés de voltarem para a África? Como disse o Michael Savage há uns meses atrás para um ouvinte negro, racista e revoltado com os brancos que governam o país, “Sob o governo de qual ditador africano você preferiria viver, então?”

(click para ampliar)



Exemplo recente na mídia, o Boku Haram, controla metade da Nigéria, é responsável por assassinatos em maça  de cristãos (ou não seguidores do islã), supremacia racial e etc; tudo financiado pelo establishment (ao modo Al Qaeda e ISIS). No entanto, segundo os ocidentais isso é culpa do "Imperialismo branco"


Já passou da hora de nós “afro-descendentes” (o termo é demagógico e esquerdista, mas vai ele mesmo) pararmos com esta farsa de vitimismo e desejo de reparações. Os Estados Unidos e o Brasil não têm “dívida histórica” nenhuma conosco. Nós é que devemos e muito a estes países, que nos deram de presente verdadeiras civilizações já prontas, que jamais conseguiríamos construir se tivéssemos ficado no continente africano. Se nossos antepassados não tivessem sido trazidos como escravos para a América, estaríamos infinitamente pior hoje. E como é que demonstramos nossa gratidão a estas nações? Dê uma olhada nos dados disponíveis sobre criminalidade e nas pesquisas eleitorais de ambos os países e você vai ver.

Mas fique claro que: se brancos usarem desse discurso de forma vitimista, estarão trocando "6 por meia dúzia". O que tiramos disso? A hipocrisia programada do decaimento ocidental!

Se há vítimas raciais hoje nos Estados Unidos e no Brasil são os brancos, não nós. Somos nós que estupramos, matamos e os roubamos, não o contrário.

Quem votou em massa no Lula e na Dilma, que estão comprometidos com a escravização socialista do país, só para ganhar esmolas do PT, foi a população negra e mestiça, pobre e analfabeta, que está se lixando para os rumos que a nação está tomando. Quem vota em massa nos democratas, que estão comprometidos com a depredação socialista dos Estados Unidos, é a população negra, numa proporção que não se vê em nenhum outro grupo étnico do país. Se depender dos negros americanos, o país vai virar um novo Zimbábue. Olhe aqui o que cinco administrações consecutivas de prefeitos democratas negros, eleitos com o voto maciço da população negra, fizeram com Detroit, que já foi uma das cidades mais ricas do país.

Artista brasileiros como Mano Brown e Mv Bill (foto acima) fazem músicas pregando ideologias reparatórias e de culpabilidade de uma "casta de brancos" por mazelas sociais hipocritamente a exemplo de outros artistas brasileiros como Margareth Menezes e outros norte americanos. Mal sabem eles que nem se quer seriam aceitos nos governos supremacistas raciais negros de Teodoro Mbasogo, na Guiné Equatorial (o qual recebeu homenagens financiando o carnaval da escola campeão do RJ)

Chega dessa besteira de vitimismo, revanchismo e "reparacionsimo" negro. Nossa contribuição para nossos países foi mínima e o ônus que trazemos, imenso. Quem constrói os prédios bonitos somos nós negros e mestiços, sim, mas quem vai assaltar os moradores que vão morar lá e estuprar suas filhas também somos nós, além de votarmos em massa nos políticos esquerdistas que vão roubar o dinheiro deles por meio de impostos escorchantes. Impostos estes que, por sua vez, serão usados para pagar por projetos assistencialistas voltados para nossas “comunidades carentes” – o novo nome que inventaram para ‘favelas’ – e para construir escolas públicas que nós, negros e mestiços pobres, vamos depredar.

Vamos parar de fingir que não sabemos disto tudo.


Fonte:


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2 comentários:

  1. ACHO ENGRAÇADO COMO MESMO QUANDO UM ALOGENO FALA LOGO VEM O BLA BLA BLA; E QUE O DEPOIMENTO DE UM NOSTRATICO GOYIM COMUM MAIS PURO EM SEU PROPRIO HOMELAND VALE MENOS AINDA DIANTE DOS DESVALORES ALOGENOS; O GRAU DE DEGENERAÇÃO A QUE SE CHEGOU SÓ TEM UMA SOLUÇÃO QUE SE CHAMA ADM´S - O RESTO É MERA UTOPIA; SÓ O INVERNO NUCLEAR SALVA

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  2. Sou negro e concordo 100%.há negros que pensam nesse mundo,e não se submetem aos internacionalistas safados.A globalização é isso : retirar o direito de autodeterminação dos povos e o orgulho racial.A midia vagabunda só noticia o que lhe é conveniente e grandes pessoas como Mussolini ,Marcus garvey e Pedro Varela são taxados de racistas e loucos .

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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