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Liberdade para Germar Rudolf!


Germar Rudolf  é um alemão autor do "Parecer Rudolf" (Rudolf Gutachten), o qual, fundamentado em análises químicas e técnicas, comprova que os propagados assassinatos mediante uso do ácido prússico (Blausäure) nas alegadas câmaras de gás no campo de concentração de Auschwitz não ocorreram. Mas porque acreditar na palavra de um mero especialista?

Currículo e trajetória

Rudolf  nasceu em 29 de outubro de 1964 em Limburg an der Lahn, Alemanha estudou e fez seu exame de conclusão escolar (Abitur) no ano de 1983 em Remscheid. Em seguida iniciou seus estudos de quimica na Universidade de Bonn (Universität Bonn), e em 1989 os concluiu com aprovação "summa cum laude". Na sequência prestou o serviço militar na Força Aérea da República Federal da Alemanha.

Em junho de 1993 concluiu seu trabalho de doutorado em Pesquisa do Estado Sólido no Max-Planck-Institut für Festkörperforschung em Stuttgart. Não obstante as recomendações pela qualidade do seu trabalho, o mesmo não foi aceito por conter idéias revisionistas.

O revisionismo e Perseguição Política

Desde 1993 Germar Rudolf foi envolvido em vários processos em decorrência de suas publicações científicas. Dada a perseguição política de que foi alvo no regime de esquerda e anti-nacionalista da República Federal da Alemanha, decidiu exilar-se em Hastings, na Inglaterra. Em 1995 o químico e revisionista alemão Germar Rudolf foi sentenciado a 14 meses de prisão por um tribunal distrital de Stuttgart devido ao "relatório Rudolf", relatório esse que explanava a falsidade do holocausto.

Ao final de 1996 Germar Rudolf fundou em Hastings a editora Castle Hill Publishers, e a revista de pesquisas históricas contemporâneas, VffG - Vierteljahreshefte für freie Geschichtsforschung. Outrossim mantém a página Vho-Vrij Historisch Onderzoek (Pesquisa Histórica Livre), de propriedade dos irmãos Siegfried e Herbert Verbeke, na cidade de Antuérpia. Em 1999 transferiu sua residência para os EUA onde fundou a revista sobre história contemporânea The Revisionist.

Germar Rudolf e as instalações de desinfecção de piolhos (transmissores do tifo) em Auschwitz. Percebe-se a coloração do ácido prússico nas laterais

Rudolf evitou a prisão ao fugir para a Espanha, Inglaterra e eventualmente Estados Unidos.

Entretanto, as autoridades alemãs confiscaram mais de 200 mil Euros das suas contas bancárias, dinheiro que conseguiu obter através de alguns negócios que possuía, e acabou sendo deportado dos EUA para a Alemanha.

Germar Hoje
Em 2005, Germar Rudolf, um dissidente pacífico e editor de obras sobre a História recente, de cunho analítico e crítico por suas conclusões revisionistas, foi raptado em Chicago pelas autoridades do departamento de imigração dos EUA e encaminhado para a República Federal da Alemanha. Este país de regime esquerdista e anti-nacionalista, não permitindo a publicação de verdades divergentes das proclamadas pelo governo, o processou pela publicação de suas obras científicas, no intuito de evitar que chegassem ao conhecimento público.

À defesa de Germar Rudolf foi, sob ameaças, proibida a apresentação de provas da veracidade histórica da sua obra. Todas tentativas para comprovar que os seus trabalhos eram cientificamente fundamentados, e portanto permitidos pelas leis constituintes, foram rejeitadas pelo tribunal. Historiadores que queriam depor para comprovar as características cientificas da apresentação histórica foram impedidos a faze-lo. Confrontado com esta situação kafkiana, Rudolf desenvolveu durante vários dias, frente aos tribunais, um depoimento detalhado como segue:
  • Esclareceu ao tribunal o que é ciência e como é definida como tal.
  • Apresentou provas de que suas publicações são científicas.
  • Demonstrou detalhadamente que é dever de todos, resistir às arbitrariedades de um Estado cujo interesse manifesto é suprimir a liberdade de seu povo, encarcerando os cidadãos que não aceitam unicamente as versões históricas permitidas pelo regime.
Pouco impressionado com os argumentos apresentados, o tribunal, em Março de 2007 foi sentenciado a 2 anos e 6 meses de prisão e ordenou que sua obra principal, “Vorlesungen über den Holocaust” fosse recolhida e incinerada sob supervisão policial. Rudolf cumpriu a pena na penitenciária Rottenburg em Mannheim.

Condicional liberdade

Em 04 de julho de 2009 readquiriu a liberdade. Enquanto detido, o Ministério Público ainda abriu outra peça acusatória contra Rudolf por este tentar, de dentro do presídio, levar seu depoimento ao conhecimento público.

Após liberado Rudolf ainda sofreu a “Supervisão de conduta” (Führungsaufsicht) durante 3 anos, porém suspensa em 2011 em virtude de sua emigração para os EUA. E de fato, retornou posteriormente aos EUA onde atualmente vive com a sua esposa e filha.

Até o presente (2014) não houve qualquer contestação que lograsse contradizer as conclusões do parecer de Germar Rudolf, nem tampouco que pudesse apontar erros no trabalho cientificamente conduzido pelo autor, e que invalidassem as conclusões do parecer.


A história de Germar Rudolf deixa bastante clara a quem não deve de forma alguma se criticar, de quem não se pode falar. o Establishment imposto pelos governos aliados a serviço do Sionismo internacional e seu controle sobre o que absorvemos não não são o suficientes, mesmo com todo seu poderio de controle de massas, de nos fazer não reconhecer verdades que moldam a sociedade como vivemos. Germar é a prova viva de tais fatos. - NR

Fonte:


Veja Também:

Germar Rudolf´s Site (Site Oficial)

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