Pular para o conteúdo principal

Sobre as marionetes sionistas atacando a Síria


Na quinta-feira (8) do começo do mês de Abril de nosso calendário, o presidente de "USrael", Donald Trump, lançou um ataque com mísseis contra a principal base da força aérea síria, em retaliação ao suposto ataque militar empregando gás venenoso pelo exército de Bashar al-Assad, da última terça-feira, 04 de abril. Foi o primeiro ataque direto da guarda pretoriana sionista contra a Síria.

Onde estão as provas?

O inacreditável neste episódio fica por conta – mais uma vez – das alegações fabricadas pela grande mídia de massa, as famigeradas agências de Fake News (notícias falsas). Até o momento não há prova nenhuma que o governo da Síria tenha ordenado um ataque com gás venenoso contra os rebeldes e população civil de Idlib. Muito pelo contrário, depois de recuperar a importante cidade de Aleppo, a Síria estava a um passo de mais uma vitória contra os terroristas do ISIS. Não há a menor lógica para que Assad provoque o Ocidente usando gás venenoso.

Até mesmo o correspondente do Estadão, Guga Chacra teve que reconhecer a improbabilidade de tais alegações sensacionalistas:

Neste momento, Assad vence a Guerra da Síria. Controla as principais cidades do país e conquistou uma gigantesca vitória ao unificar Aleppo no fim do ano passado. Assad tem ainda o apoio da Rússia e do Irã. Desde sexta-feira, os EUA deixaram claro que o futuro do líder sírio não é a prioridade americana, que se focará no combate ao ISIS, também conhecido como Grupo Estado Islâmico ou Daesh. O Reino Unido está preocupado com o Brexit. Marine Le Pen, que pode ser eleita presidente da França, simpatiza com Assad. A China fará comércio com o regime de Assad ou com quem estiver no poder em Damasco independentemente da ideologia. 
Logo, usando a lógica, insisto, Assad poderia continuar sua sanguinária guerra sem se preocupar com fatores externos. O objetivo agora era reconquistar Idlib. Basicamente, teria nas mãos quase toda a “Síria útil”. Verdade, tem grupos curdos que controlam o território na fronteira com a Turquia. Mas eles não são inimigos de Assad. E tem o ISIS em Raqqa, mas a tarefa de combater o grupo, na visão de Assad, está a cargo de Trump. Depois, na avaliação dele, naturalmente o regime assumirá o controle desta cidade. 
Por que então Assad teria usado armas químicas em Idlib se, caso suas forças usassem armas convencionais, o massacre seria praticamente ignorado no exterior? – Estadão

Mas o restante dos “sérios e respeitados” meios de comunicação abriram suas portas para as sandices sionistas. Logo após o ataque da força aérea síria na cidade de Khan Sheikhou, a Olhe já sugeria que o governo sírio era o responsável pelo emprego de gás venenoso. Embora unidades especiais das Nações Unidas tenham atestado que a Síria destruiu todo seu arsenal de armas químicas e até o momento nada prova o contrário, a alegação do governo de Assad de que nos locais atacados estavam armazenados armas químicas dos terroristas do ISIS, não é levada em consideração. O sionista Caio Blinder, correspondente da Conexão Manhattan, das Organizações O Mundo, não cansou de afirmar em seu blog sobre as “vítimas dos ataques de Bashar Assad” ou ainda “Assad no mínimo merece ir a julgamento por crimes de guerra e contra a humanidade”. Faltou apenas ao “sério e qualificado” jornalista mostrar as provas.

A Direita Kosher

Apesar de termos inicialmente aguardado as primeiras ações do governo Trump para depois julgá-lo, a partir do momento de seu incondicional apoio ao Estado terrorista de Israel na construção ilegal de assentamentos judaicos no território roubado dos palestinos, ficou claro que ele é mais um produto dos plutocratas.

Diante da inevitável quebra do sistema econômico mundial baseado na cobrança dos juros compostos, os plutocratas sabem que precisam administrar o reset do sistema. E para isso lançam soluções alternativas – em uma típica situação de controle de danos colaterais – para que possam sair ilesos da ira da população explorada e idiotizada. Todos os movimentos ditos “de direita” do Ocidente são pseudo-alternativas, pois em nenhum momento eles abordam em suas discussões a Ordem Mundial Sionista.

Na Europa não existe qualquer alternativa minimamente estruturada para se lançar como alternativa de facto. O que existe são meras aberrações políticas que fazem questão de beijar os pés dos sionistas e nada apresentam como alternativa real para um novo sistema econômico sustentável. Já cansamos de expor aqui em nosso espaço as mazelas provocadas pelo sistema de exploração pelos juros compostos, onde os ricos tornam-se mais ricos e os pobres mais pobres, até que se atinja uma situação parecida com a atual: o maciço endividamento de todos os habitantes do planeta.

Aqui no Brasil, o melhor representante – consciente ou não, pouco importa – destas alternativas da “Direita Kosher” fica por conta da família política Bolsonaro, que não se cansa em tentar “ficar de bem” com os judeus e seu Estado Racista, e com isso espera poder evitar ser rotulado de “homofóbico, racista e nazista”. Como o próprio Jair Bolsonaro reconhece, ele nada entende de economia e acha que apenas o combate à corrupção pode tirar o país do atoleiro. Parece não perceber que a retirada do PT foi apenas a remoção do concorrente aprendiz, que através do dinheiro da corrupção desviava recursos do pagamento de juros. Se analisarmos as montas da corrupção e do pagamento dos juros, fica claríssima que a briga é entre o trombadinha e a quadrilha criminosa sem raízes…- Inacreditável

Thierry Meyssan (*) – Porquê Trump bombardeou Shairat na Síria?

Contrariamente às aparências, longe de se comportar de maneira errática, a Administração norte-americana tenta fixar o quadro da sua política externa. O Presidente Donald Trump trava negociações com um porta-voz do Estado Profundo que governa o país desde o 11 de Setembro de 2001. Parece que terão encontrado um esboço de acordo, cujos detalhes permanecem por revelar. Membros da Administração deverão clarificar a nova política externa da Casa Branca, no final de Maio, perante uma Comissão do Congresso.

Aquando do bombardeamento de Shairat, eu havia observado que se tratava apenas de um gesticular e que o Secretário de Estado tinha utilizado este ataque para fazer pressão sobre os seus Aliados europeus, e forçar o verdadeiro organizador desta guerra, o Reino Unido, a expor-se. Entretanto, hoje em dia, sabemos um pouco mais a respeito.


O Presidente Trump, que tem de fazer face, ao mesmo tempo, à oposição da classe dirigente e à do Estado Profundo dos EUA, utilizou este ataque para "restaurar a credibilidade" (sic) da Casa Branca.

O Presidente Obama, tinha acusado a Síria, no verão de 2013, de ter utilizado gaz de combate na Guta e de ter, assim, cruzado uma «linha vermelha». No entanto, não tirou daí nenhuma consequência e refugiou-se por trás do Congresso para não fazer nada. A sua impotência foi tanto mais saliente, quanto em virtude da declaração de guerra de 2003 (o "Syrian Accountability Act"- "Lei de Responsabilização da Síria"-ndT), ele tinha total poder para bombardear a Síria sem precisar de uma nova autorização do Parlamento.

Por sua vez, acusando a Síria de ter utilizado gás de combate, desta vez em Khan Shaikun, e bombardeando-a de imediato, Donald Trump teria dado mostras da "credibilidade" que faltava ao seu predecessor.

Consciente que, nem na Guta, nem em Khan Shaikun, a Síria era culpada, ele movimentou-se para fazer prevenir com antecedência o Exército Árabe Síria, o qual pode evacuar a base antes do ataque.

A seguir, iniciou negociações com o Estado Profundo dos EUA, pelo menos com um dos seus porta-vozes, o Senador John McCain. Um representante de Israel, o Senador Lindsey Graham, assistiu às conversações.

Os Europeus, ficam evidentemente surpresos por saber que Donald Trump se comportou como um «Senhor de Guerra» para se dar ares de presidente de um Estado-Membro da ONU. Ora, é preciso compreender o contexto particular dos EUA, onde o Estado Profundo é composto antes de mais por militares e, depois, só acessoriamente de civis.

Segundo as nossas informações, parece que o Presidente Trump terá aceite renunciar —de momento— ao desmantelamento da OTAN e do seu componente civil, a União Europeia. Esta decisão implica que Washington continua a considerar —ou finge considerar— que a Rússia é o seu inimigo principal. Por seu lado, o Estado Profundo dos EUA teria aceite renunciar apoiar os jiadistas e prosseguir o plano britânico das "Primaveras Árabes".


Para selar este acordo, duas personalidades neo-conservadoras deverão entrar proximamente na Administração Trump e aí dirigir a política europeia.

Kurt Volker, o director do McCain Institute (Universidade do Estado do Arizona) seria nomeado diretor do Gabinete Eurásia do Secretariado de Estado. Volker, um antigo juiz militar, foi o embaixador do presidente Bush Jr. na OTAN durante a guerra da Geórgia (Agosto de 2008).

Enquanto que Tom Goffus, um dos assistentes de McCain na Comissão Senatorial das Forças Armadas, seria nomeado assistente-adjunto do Secretário da Defesa para a Europa e a OTAN. Goffus é um oficial da Força Aérea, que já tinha desempenhado este tipo de funções junto de Hillary Clinton e do Conselho Nacional de Segurança.


No que toca à Síria, este acordo, se for ratificado pelas duas partes, deverá marcar o fim da guerra dos Estados Unidos contra a República Árabe Síria; guerra que prosseguiria por iniciativa do Reino Unido e de Israel, com os seus aliados (Alemanha, Arábia Saudita, França, Turquia, etc.). Pouco a pouco, os pretensos "amigos da Síria", que reunia 130 Estados e Organizações internacionais em 2012, reduzem-se. Eles não são mais do que 10 hoje em dia. - orientemídia

Atualizado em 07/05/2017

Artigo referente há: Atualidade & Interesse

Referencias:

Foto do título original de Ford Williams/Marinha dos EUA/AP retirada de Uol Notícias.

(*)Thierry Meyssan (Rede Voltaire) – Intelectual francês, presidente-fundador da Rede Voltaire e da conferência Axis for Peace. As suas análises sobre política externa publicam-se na imprensa árabe, latino-americana e russa. Última obra em francês: L’Effroyable imposture: Tome 2, Manipulations et désinformations (ed. JP Bertrand, 2007). Última obra publicada em Castelhano (espanhol): La gran impostura II. Manipulación y desinformación en los medios de comunicación (Monte Ávila Editores, 2008).

Comentários

  1. SÍRIA, Mais Uma Guerra provocada pelos judeus sionistas
    https://www.youtube.com/watch?v=HeC31Gu4-9I

    ResponderExcluir

Postar um comentário

O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

Related Posts Plugin for WordPress, Blogger...

Oque nossos leitores mais leem

2 milhões de alemãs - O Maior estupro em massa da História

Na foto, mulheres que suicidaram-se em uma praça, para não vivenciarem os estupros.
Aos 80 anos, Gabriele Köpp tem problemas com sono, por vezes, simplesmente não consegue comer. Aos 15 anos, ela foi repetidamente violada por soldados soviéticos, sendo virgem e não tendo nenhum conhecimento prévio sobre o sexo.
A revista "Spiegel" escreve que não existem os dados exatos sobre a quantidade de mulheres alemãs violadas pelo exército soviético, o número que aparece em várias publicações aponta para dois milhões de mulheres (2.000.000). Segundo a investigação do Dr. Philipp Kuwert, especialista de traumas e chefe do Departamento de Psiquiatria e Psicoterapia do Hospital universitário de Greifswald, a idade média das vítimas de violações soviéticas era de 17 anos e cada mulher foi violada em média 12 vezes. Quase metade das vítimas possui síndromes pós – traumáticos, incluindo os pesadelos, tendências de suicídio, anestesia emocional. Cerca de 81% destas mulheres adquiriram o efeito…

Por que os países árabes ricos não recebem os refugiados muçulmanos?

Porque eles não querem que eles residam permanentes...
Os trabalhadores estrangeiros são muito produtivos para o trabalho, melhorando a economia do país e vão para casa quando seus contratos estão chegando ao fim.
Os residentes estrangeiros, no entanto, tendem a trazer sua própria bagagem cultural e política com eles. Esses países já estão lutando para lidar com a modernização e reformas políticas/sociais, de modo que eles não precisam da "porcaria de ninguém" empilhada sobre si.
os "Idiotas do leste" estão muito felizes em ajudar...mesmo os trabalhadores estrangeiros podendo ser um fardo, como foi mostrado durante a Guerra do Golfo em 1991.
Trabalhadores palestinos e iemenitas foram expulsos de vários desses estados, porque seus governos saíram em apoio ao Iraque, ao contrário da política de seus governos, que era de acolhimento.
Com os trabalhadores estrangeiros, você pode simplesmente cancelar seus vistos e enviá-los para casa. Se você tem pessoas aceitas como imigra…

A família de Hitler e seus descendentes hoje

Adolf Hitler e Eva Braun, sua futura esposa, com quem se casaria, segundo relato, pouco antes da capitulação frente aos aliados

Um assunto bastante curioso e interessante, porém, pouco e até mesmo delicado de se tratar é a questão da família de Hitler e seus descendentes no contexto do pós guerra. Evitado tanto pelo lado daqueles que lutaram contra a Alemanha Nacional-Socialista, quem sabe pelo fato de terem em cheque uma acusação de perseguição infundada e por isso mantenham interesses em ocultar certos segredos, quanto por aqueles que são e foram seus simpatizantes, talvez por falta de informação ou censura. 
Muitas foram e ainda são as especulações a cerca da origem do Chanceler alemão e sua descendência. Umas dizem que Hitler teria sangue judeu correndo e suas veias, vindas de seu avô (ou bisavô), ou que seria um membro família Rotschild (banqueiros judeus) ou mesmo que Hitler teria tido filhos e escondido tal fato da mídia, mas que porém, com a queda da Alemanha, os Aliados teriam …

A Conquista Moura da Península Ibérica: Mouros escravizaram portugueses por 741 anos - onde estão minhas reparações?

A grande "dívida" que os brancos tem com os negros por 400 anos de escravidão é provavelmente a maior mentira já contada na história. O preconceito contra os brancos é tão grande que até o Google mudou o resultado da minha pesquisa de “império mouro escravidão” para “império romano escravidão”. Mouro vem do latim Maures que significa Negro, devido a cor da pele deles dos integrantes do Império Mouro.
O Império Mouro foi o grande império muçulmano que conquistou o norte da África, Oriente Médio e Península Ibérica ( onde hoje se localizam Portugal e Espanha), é o mesmo império que alguns muçulmanos querem refazer através do estado islâmico. Com o regime de Califado, onde um homem seria escolhido por Deus para liderar o povo muçulmano na conversão do mundo para o islamismo.
Com o declínio do Império Romano, o Califado conseguiu uma brecha e em menos de uma década conquistou a península Ibérica inteira. Apesar da resistência de algumas regiões que voltaram rapidamente ao domínio …

Os judeus a Revolução Comunista russa e o assassinato do Czar

Acima, Tatiana e Olga; Sentados: Maria, Alexandra, Nicolau e Anastácia. E no chão, Alexei
Por Mark Weber
Na noite de 16-17 de julho de 1918, uma esquadra da polícia secreta Bolchevique assassinou o último imperador da Rússia, o Czar Nicolau II, junto com sua esposa, a Czarina Alexandra, seu filho mais velho de 14 anos, o Czaverch Alexis, e suas quatro filhas. Eles foram abatidos numa salva de balas num pequeno espaço de um cômodo da casa em Ekaterinoburgo, uma cidade na região dos Montes Urais, onde eles estavam mantidos como prisioneiros. A complementação da execução das filhas foi feita com baionetas. Para prevenir o culto ao Czar morto, os corpos foram descartados para o campo aberto e apressadamente enterrados em um túmulo secreto.
Avaliando o sinistro legado do comunismo soviético
As autoridades Bolcheviques inicialmente relataram que o imperador Romanov tinha sido baleado após a descoberta de um plano para liberar ele. Por algum tempo as mortes da Imperatriz e das crianças foram…

Gudrun Burwitz, a filha de Himmler, ativismo e família

Gudrun Burwitz, hoje com 86 anos. Na foto, aos desperdice dos netos no subúrbio do Munique, onde mora até hoje
Ao acenar adeus a seus netos, Gudrun Burwitz apresenta a figura de uma mulher pronta para viver o resto de seus dias em paz e sossego. Porém, a filha de Heinrich Himmler ainda trabalha em um ritmo forte em seu ativismo a favor dos perseguidos pelo sistema por serem ou trabalharem para o nacional-socialismo.
A Sra. Burwitz sempre alimentou a memória de seu pai, o homem que dirigia a Gestapo, e a SS como um homem bom e digno.
E apesar de sua idade avançada, formada advogada, ela continua a ajudar antigos integrantes do nacional-socialismo a escapar da perseguição judicial a qual foram impostos pelos inimigos da Alemanha. 
Como a figura de liderança do grupo Stille Hilfe – Ajuda Silenciosa – ela provê todo tipo de ajuda, inclusive financeira, aos ex-integrantes nazi e colaboradores. Grupo formado em 1951 por um grupo de oficiais de alta patente das SS, na Alemanha, o grupo existe pa…

O calvário das viúvas da ocupação

Após a liberação dos territórios ocupados pelos alemães dos países europeus, milhares de mulheres que tinham relacionamentos com soldados alemães foram expostas a execuções humilhantes e brutais nas mãos de seus próprios concidadãos. Era a "Épuration Légale" ("purga legal"), a onda de julgamentos oficiais que se seguiu à liberação da França e da queda do Regime de Vichy. Estes julgamentos foram realizados em grande parte entre 1944 e 1949, com ações legais que perduraram por décadas depois.
Ao contrário dos Julgamentos de Nuremberg, a "Épuration Légale" foi conduzida como um assunto interno francês. Aproximadamente 300.000 casos foram investigados, alcançando os mais altos níveis do governo colaboracionista de Vichy. Mais da metade foram encerrados sem acusação. De 1944 a 1951, os tribunais oficiais na França condenaram 6.763 pessoas à morte por traição e outros crimes. Apenas 791 execuções foram efetivamente realizadas. No entanto, 49.723 pessoas foram …

A Grande Farsa do Holocausto Judaico (PARTE I) - "Fotos Falsificadas"

Todos os anos desde o fim da Segunda Guerra Mundial nos deparamos com centenas de livros, documentários, seriados de TV e tantos outros materiais relacionados ao genocídio ou ao assassinato de 6 milhões de judeus em câmaras de gás nos campos de concentração, cometidos pelos Nacional-Socialistas durante a Segunda Guerra Mundial, mais precisamente do ano de 1942 à 1945. Não seria lógico entender a invenção do Holocausto como uma maneira de esconder os crimes cometidos pelos próprios aliados em Hiroshima, Nagasaki, Dresden e tantos outros? Como podemos explicar a atual posição de alguns historiadores e até mesmo do ex-presidente do Irã, Mahmoud Ahmadinejad, em negar tal acontecimento? Como muitos sabem, e também muitos não sabem, na Europa a negação do Holocausto vêm sendo criminalizada com leis específicas, impedindo pesquisadores e pessoas sérias de saberem o que de fato aconteceu nos campos de concentração alemães durante o período de 1942 até 1945. 
No entanto, este grave crime cont…

A verdade sobre Olga Benário e Prestes

Olga Gutmann Ben-Ario (1908 - 1942)
Por: Luiz Gonçalves Alonso Ferreira (1)

Na alvorada de março de 1934, vindo de Buenos Aires portando passaporte americano, desembarcara no Rio de Janeiro um sujeito de nome Harry Berger. Preso pela polícia carioca no natal de 1935, logo revelou-se a identidade secreta do viajante. Chamava- se, o misterioso elemento, Arthur Ernst Ewert, judeu alemão, fichado em seu país de origem, no qual era ex- deputado, como espião. Constava também processo por "alta traição".
Berger era o agente do Komintern, especialista em golpes subversivos, enviado para o Brasil com a missão de dirigir intelectualmente o plano traçado em Moscou, que objetivava a instauração de uma ditadura de tipo stalinista no País, por meio de levante armado. Sob ordens de Berger, lá estava Luiz Carlos Prestes, homem escolhido para encabeçar um "governo popular nacional revolucionário", segundo relatório do próprio Berger para o Komintern.
Prestes angariou simpatia no meio c…

“Nossas mães, nossos pais” - Um filme sobre a verdade da guerra

O filme “Nossas mães, nossos pais” (do alemão: "Unsere Mütter, unsere Väter"), exibido pelo canal de televisão alemão ZDF, conta a história de cinco jovens para os quais a Segunda Guerra Mundial se torna um desafio moral e ético, deixando clara a impressão de que a Alemanha está cansada de arrependimentos. O filme basicamente apresenta os soldados soviéticos como estupradores, os poloneses como antissemitas desumanizados e os ucranianos como sádicos. O contexto do drama vivido na invasão da Europa na sua verdadeira face.
A diplomacia russa considerou inaceitável o filme e enviou uma carta ao embaixador da Alemanha dizendo que a “maioria absoluta dos russos que teve a oportunidade de assistir ao filme” o achou inaceitável. Também foi criticado a exposição que fez o filme as atrocidades cometidas pelas tropas da URSS aos excessos isolados perpetrados por militares soviéticos na Alemanha, os quais foram severamente punidos pelo comando militar soviético, mas tão só depois de um …