sexta-feira, 21 de abril de 2017

Horst Mahler está foragido a procura de asilo político


O ativista político e filósofo Horst Mahler não se apresentou ontem à justiça alemã para cumprir o restante de sua pena por declarar, entre outras questões judaicas, que o suposto “holocausto judeu” é a maior mentira da história da humanidade.

No dia 9 de abril, dez dias antes da data de sua reapresentação à justiça, Horst Mahler proferiu uma palestra para um grupo de nacionalistas, onde ele apresentou os motivos que levaram os promotores a solicitarem sua reapresentação.

Faltando três anos e meio para concluir sua CONDENAÇÃO POLÍTICA (pena inicial de 10 anos e 2 meses em regime fechado) sob a torpe acusação de “incitamento popular” contra minorias, no caso os judeus, o sistema quer tirar do octogenário alemão novamente sua liberdade, impedindo-o de atuar politicamente durante o que resta ainda de sua intensa jornada neste planeta. O motivo alegado para seu imediato reencarceramento foi seu discurso em uma conferência realizada em Ludwigshafen, a 9 de janeiro de 2017. Pela reação do aparato judicial, o conteúdo desta palestra de Horst Mahler deve ter atingido novamente o sistema nervoso central do inimigo do povo alemão. Isso mostra claramente a hipocrisia atual que impera na Alemanha, onde o debate é evitado através do código penal.

Liberdade condicional recusada

Para aqueles que não acompanharam o caso, sua condenação inicial previa uma pena de 10 anos e dois meses em regime fechado. Após cumprir dois terços da pena, ele recorreu com sucesso na segunda instância para obter a liberdade condicional. No parecer do juiz, recusar a liberdade condicional seria uma violação dos direitos humanos. Ele também assinalou na sentença que considerava questionável a tal lei de negação do holocausto, e que o tamanho da pena (10 anos e dois meses) foi totalmente desproporcional, sendo até maior quando comparado em alguns casos de assassinato e estupro. A decisão do juiz foi revogada pela instância superior, e sua decisão definitiva ainda não foi proferida.

O que motivou a soltura de Mahler em agosto de 2015 foi a gravidade de sua saúde, pois contraiu uma infecção generalizada durante o tratamento da diabete. Seu quadro clínico apresentou 21 diagnósticos incluindo insuficiência cardíaca e renal, e culminou na amputação abaixo do joelho de sua perna esquerda. Deve-se deixar claro que isso não representou uma liberdade condicional, mas sim representou uma “soltura” provisória por motivos graves de saúde (“deixaram morrer em casa”) e a qualquer momento ele poderia retornar à prisão.

Incitamento Popular ou Liberdade de Expressão?

Segundo Mahler, a justiça vem prolongando a tomada de decisão em relação ao cumprimento de dois terços da pena e consequentemente seu direito à liberdade condicional, através de troca de juízes e solicitação de laudos psiquiátricos. Segundo ele, a justiça não quer emitir parecer definitivo, pois deverá escolher entre o “Incitamento Popular” e a “Liberdade de Expressão”.

O maior “crime” de Mahler é sua crítica ao judaísmo, sintetizada em sua obra escrita na prisão: O Fim da Peregrinação (Das Ende der Wanderschaft). Na obra ele critica as leis judaicas, principalmente aquelas descritas no Pentateuco do Velho Testamento, no Talmud e no Schulchan Aruch. Segundo ele, estas leis mostram uma absoluta hostilidade dos judeus perante o resto da humanidade. Estes textos procuram levar os judeus a acreditarem que eles têm a missão divina de exterminar toda a humanidade. Cita o profeta Isaías:

"Porque a indignação do Senhor está sobre todas as nações, e o seu furor sobre todo o exército delas; ele determinou a sua destruição, entregou-as à matança. 
E os seus mortos serão arrojados, e dos seus cadáveres subirá o mau cheiro; e com o seu sangue os montes se derreterão." Isaías 34,2-3 

Mahler destaca que essa é a missão divina (dos judeus) e aqui não há margem para dúvidas, não pode ser estampado de pseudociência, tudo estaria muito claro nos textos sagrados dos judeus. Não poderiam alegar fraude ou muito menos negá-los.

Cita ainda outras passagens do Talmud, onde crianças não-judias de três anos e um dia de idade já poderiam ser molestadas sexualmente. Ou seja, poderiam ser muito bem crianças cristãs!

O vídeo com estas e outras declarações de Horst Mahler pode ser visto aqui.


Pedido de asilo político

No dia de seu esperado retorno à prisão para cumprir o terço restante da pena (19/04/2017), Mahler publicou um segundo vídeo onde explica o porquê de recusar voltar voluntariamente ao cárcere.

No vídeo, Mahler acusa a justiça de tentar envenená-lo durante o tratamento de sua diabete. Como consequência do tratamento das feridas abertas com vaselina salicilada, ele teve infecção generalizada e foi transferido em julho de 2015 para a UTI de um hospital externo, onde resultou no seguinte diagnóstico: “doença terminal”. Mesmo diante deste quadro, ele foi levado novamente para a prisão e lá teve sua perna esquerda amputada.

Ao final do vídeo, Mahler declara que enquanto os mentirosos e as mentiras que envolvem seu caso não forem afastados, ele se recusará a se entregar à justiça. Como seu processo se trata de um processo político, sem base legal, ele tentará se asilar em algum estado soberano disposto a recebê-lo.



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