sábado, 4 de março de 2017

A farsa Breivik, Sionismo e Maçonaria


Anders Behring Breivik, ou simplesmente, "Breivik", nascido em 1979, natural de Oslo é o autor confesso dos atentados na Noruega que mataram 77 pessoas e feriram outras 51 pessoas, no dia 22 de julho de 2011 [1]. Vestido de policial, entrou no terreno de um acampamento de jovens da Arbeiderpartiet norueguês (Partido dos Trabalhadores) na ilha de Utøya ("ilha de fora", na comuna de Hole, em Buskerud, Noruega) [2], abrindo fogo contra os jovens que lá estavam, matando pelo menos 68 deles naquele momento e combinadamente explodiu, em Oslo, capital do país, carros bomba contra uma sede de governo. - NT

Repercutem com intensidade os trágicos episódios do atentado duplo com carro-bomba em Oslo e dos ataques a tiros na ilha de Utoya, ações terroristas coordenadas que provocaram quase 100 mortos, constituindo-se na maior tragédia vivida pela Noruega desde a II Guerra Mundial.

Na divulgação do acontecimento e seus desdobramentos, o sistema midiático internacional, recorrendo mais uma vez às tradicionais técnicas de distorções de informações – manipulando como de costume a opinião do cidadão comum e atentando contra a inteligência do observador mais atento -, insiste em apresentar o autor do massacre como um representante dos movimentos “nacionalistas” e da “extrema direita europeia”, “um cristão fanático”. 

Não obstante os esforços dos conhecidos formadores da “opinião pública mundial” em ludibriar os povos em benefício dos escusos objetivos da plutocracia que os mantém – explorando fatos de menor interesse e ocultando dados realmente esclarecedores -, fontes virtuais independentes trouxeram à tona subsídios que lançam luz e comprovam a existência e atuação de organizações extremistas a serviço da chamada Nova Ordem Mundial. Naturalmente, tais notícias dificilmente serão transmitidas pelos grandes veículos de comunicação atuais, devido ao papel fundamental que representam nas estruturas e mecanismos de domínio e poder do Governo Mundial.

Para um melhor entendimento das verdadeiras conexões e intenções do atirador Anders Behring Breivik é preciso antes uma breve análise da política externa norueguesa para o Oriente Médio neste último semestre:

Em janeiro de 2011, o ministro norueguês dos Negócios Estrangeiros, Jonas Gahr Stoere, declarou que seu país tomaria a dianteira no reconhecimento de um Estado Palestino, num momento em que as instituições palestinas estavam sendo irrevogavelmente estabelecidas.

Em março, o Partido Socialista de Esquerda (Sosialistisk Venstreparti), de Kristin Halvorsen, atual Ministra da Educação e Formação no governo de Jens Stoltenberg, primeiro-ministro da Noruega e presidente do Partido Trabalhista, planejou votar uma medida defendendo uma ação militar contra Israel, caso o Estado Judeu decidisse efetuar um ataque ao governo do Partido Hamas, na Faixa de Gaza.

Dias antes dos atentados, o mesmo Jonas Gahr Stoere visitou a ilha de Utoya, aonde presenciou no acampamento da Juventude do Partido Trabalhista uma manifestação pedindo o boicote do governo norueguês ao Estado de Israel… (foto abaixo)


Nas vésperas das explosões em Oslo, noticiou-se que a polícia da capital norueguesa realizou exercícios antibomba, provavelmente por ter sido alertada sobre a ameaça de grupos contrários à política do governo.

Por quais razões informações tão relevantes para a investigação do caso não são levadas ao conhecimento público?

Consumados os ataques, percebendo a inviabilidade de atribuir aos grupos fundamentalistas islâmicos a autoria do cruel morticínio – como usualmente faz -, as principais organizações midiáticas internacionais trataram logo de imputar ao “extremismo de direita”, aos “nacionalismos” e ao “radicalismo cristão” a responsabilidade pelo desastre.

Duas são as finalidades desta manobra maquiavélica: primeira, desviar o foco da atenção pública para uma informação crucial que realmente contribua para a compreensão das causas reais dos ataques, qual seja, a do notório descontentamento do movimento sionista internacional para com as últimas posições do atual governo norueguês quanto à Questão Palestina e suas intenções de retaliação; a segunda, galvanizar o repúdio geral à nefanda ação e canalizá-lo contra as autênticas organizações nacionalistas e espiritualistas europeias que, cientes do perigo representado pelo sionismo, lutam heroicamente contra a imposição do tirânico Governo Mundial e pelo erguimento espiritual, moral, social, econômico e cultural do Velho Mundo.

Em sua venal campanha de desinformação, visando ainda encobrir elementos que desnudem a verdadeira ideologia de Anders Behring Breivik, suas secretas relações e conexões, a grande imprensa mundial tentou apresentá-lo como um desequilibrado cuja insanidade levou-a a agir sozinho. O argumento, porém, foi desmentido posteriormente pelas próprias declarações do atirador após sua prisão, nas quais garantiu gozar de plenas faculdades mentais, além de informar sobre a existência de outras células militantes de sua rede terrorista.

Inegavelmente, as investidas em duas localidades distintas – Oslo e a ilha de Utoya -, o problema logístico para o empreendimento de um ataque de tal envergadura e as elevadas perdas humanas mostram que Breivik não está sozinho e pertence a uma organização experimentada em ações militares daquela natureza.

Emilie Bersaas, 19 anos, testemunha ocular dos eventos em Utoya, disse que “os tiros vinham das mais diversas direções”, depoimento confirmado por várias outras testemunhas e sobreviventes do massacre.

Mas a quais organizações estaria ligado Breivik?

Breivik em seus trajes maçônicos
O terrorista de Oslo e Utoya era Mestre Maçom da Loja Pilares de Oslo. No manifesto intitulado “2083 – Uma Declaração Europeia de Independência” – postado nos meios virtuais e a ele atribuído – são feitas 11 citações aos termos “Maçom”, “Maçons” ou “Maçonaria”, encontrando-se um endereço de uma loja online de artigos maçônicos.

A foto de Breivik trajando seus paramentos de Mestre Maçom foi inserida por ele próprio em seu Manifesto que circula na rede mundial e logo abafada sua divulgação pela mídia internacional.

Após a repercussão mundial da tragédia, o Grão-Mestre da Maçonaria Norueguesa veio a público repudiar o episódio, lamentar os mortos e comunicar a exclusão de Breivik da Ordem… certamente o comunicado pretendia desassociar as ideias políticas do atirador às de seus irmãos de Loja e o mesmo parece ter bastado para que órgãos midiáticos, governo e as próprias autoridades públicas norueguesas colocassem uma pá de cal em torno do assunto! Contudo, utilizando-se de dois pesos e duas medidas, em sua manhosa campanha de engano público, a mesma imprensa que não faz questão nenhuma de mencionar as relações de Breivik com a Maçonaria, não mede sacrifícios em fabricar uma suposta relação entre o fanatismo sanguinário do atirador e os movimentos nacionalistas e cristãos.

Como membro de uma ordem secreta e internacional, cuja doutrina é incompatível com os Evangelhos e, portanto, condenada desde o século XVIII por bulas e encíclicas papais e mesmo por líderes protestantes; como adepto de uma seita que constitui um poder paralelo dentro dos Estados e cuja história nos três últimos séculos notabilizou-se pela conspiração contra os interesses de diversos governos e povos; portanto, como seguidor de uma organização antinacional e anticristã, Anders Behring Breivik jamais poderia ser qualificado como “nacionalista” e “cristão” autêntico.

Detalhe curioso sobre este último ponto, segundo documento colocado pelo próprio atirador na Internet, desejava ele se preparar para o massacre usufruindo dos serviços de duas prostitutas de luxo e inebriando-se em bom vinho francês! Confissão que muito dificilmente um “conservador cristão” teria o despudor de tornar pública…!

Na verdade, analisando-se a experiência de Breivik como Mestre Maçom, o conteúdo visceralmente anti-islâmico de seu discurso, as declarações pró-Palestina de alguns membros do atual governo norueguês, bem como, o fato dos alvos escolhidos terem sido jovens que pregavam medidas contrárias aos interesses do Estado de Israel, tudo leva a crer que as verdadeiras conexões do atirador fazem dele um simples instrumento – consciente ou inconsciente – dos planos maçônicos e sionistas de domínio mundial.

De fato, os problemas hodiernos relativos à imigração em massa na Europa de muçulmanos, africanos e asiáticos, a crise econômica verificada em muitos países e a perda da identidade cultural – causados sim, em grande medida, pelas políticas adotadas por governos socialistas e de centro-esquerda – têm levado muitos europeus a procurarem a solução nos partidos e/ou movimentos burgueses-liberais de centro-direita. Em sua ingenuidade política, porém, não percebem muitos deles que mesmo tais organizações caíram sob controle dos interesses maçônico-sionistas, sendo utilizadas hoje para semearem um discurso belicista que, levantando dentre outras bandeiras, justificativas pseudo-religiosas, – “cruzada” contra o perigo muçulmano, por exemplo – visa colocar a Europa Ocidental em rota de colisão direta contra o mundo islâmico. Assim como nas Américas, a cegueira política das lideranças da direita burguesa-liberal tem levado muitos europeus a servirem inconscientemente aos objetivos sionistas, quando consideram o Estado de Israel como baluarte da “democracia” no Oriente Médio, ao mesmo tempo em que são condicionados a verem nas nações árabes e islâmicas apenas regimes tirânicos, ditatoriais e fundamentalistas. Aproveitando-se desta deprimente avaliação política da chamada “direita” para o Oriente Médio, são curiosamente as organizações esquerdistas que procuram oportunamente colocarem-se como apoiadoras do Estado Palestino – ainda que jamais tenham encampado uma verdadeira luta contra o sionismo, devido às raízes judaicas do socialismo/comunismo -, cooptando assim, estrategicamente, a simpatia de centenas de milhões de muçulmanos para suas causas.

"tosco" é uma expressão que vem a mente olhando aquele que é ou finge ser o personagem
Numa das fontes independentes consultadas, sugere-se que o grupo de apoio a ação de Breivik é provavelmente da mesma espécie que os envolvidos na ação terrorista conhecida como Operação Gládio, empreendida na Itália pela loja maçônica P2, no início da década de 1980. Após o atentado a bomba na estação de trem de Bolonha, que deixou 85 mortos, a polícia italiana encontrou em março de 1981 uma lista com 962 membros da P2, na qual continham: 3 ministros de governo e 43 membros do parlamento; 43 generais e 8 almirantes; diplomatas, industriais, banqueiros, jornalistas e celebridades de TV.

Victor Ostrovsky, ex-agente do MOSSAD – serviço secreto israelense – escreveu que Licio Gelli, então Grão-Mestre da P2, foi aliado do MOSSAD na Operação Gládio.

O relato menciona também que chefes de serviços secretos e comandantes de polícia faziam parte da organização, fato que faz pensar sobre a estranha demora da polícia norueguesa no socorro às vitimas do atirador em Utoya, algo que vem sendo questionado por muitos num país cujos aparatos policiais estatais são considerados avançados e eficientes…

Que os povos prestem bastante atenção no desenvolvimento do caso do “louco” atirador norueguês…

No mundo todo, décadas antes e depois da II Grande Guerra, inúmeros autores apontaram os planos hegemônicos e de supremacia do movimento sionista internacional, vendo na Maçonaria um de seus principais e mais eficazes braços.

No Brasil, os integralistas não compram os gatos por lebres da grande imprensa burguesa-liberal, procurando denunciar, desde a década de 1930, as atividades antinacionais e anticristãs da Maçonaria, a qual pretende sujeitar nossa Pátria aos interesses e ditames do pérfido Governo Mundial Sionista e sua cada vez mais consolidada República Universal.

Luiz Gonçalves Alonso Ferreira

Vice-Presidente Nacional da Frente Integralista Brasileira e Coordenador da Região Sudeste

Essas considerações finais do último parágrafo são ressalvas do autor, não nossas. - NT

Fontes virtuais independentes consultadas:



Fonte do texto: Inacreditavel (27/07/2011)

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A Noruega conseguiu reverter em segunda instância uma decisão que a condenava por tratamento desumano contra o terrorista maçom Anders Behring Breivik.

O regime de solitária aplicado ao assassino de 77 pessoas em 2011, na Noruega, não viola os direitos humanos, segundo decisão de um tribunal norueguês. “O tribunal chegou à decisão de que Andres Behring Breivik não sofre ou sofreu tortura nem tratamentos desumanos e vexatórios”.

No ano passado um tribunal de primeira instância havia condenado o estado norueguês por violação dos direitos humanos de Breivik. A decisão comoveu muitos parentes das vítimas. Agora a decisão foi revogada. Breivik havia reclamado contra os cinco anos de solitária e o controle de suas cartas.

Em fevereiro de 2014, Anders Behring Breivik ameaçou iniciar uma greve de fome em sinal de protesto pelas condições da sua detenção. Uma das exigências do condenado seria a obtenção de novos jogos de video game. O terrorista enumerou várias outras pequenas queixas que incluíam a substituição do Playstation 2 que dispõe por um modelo mais recente, além do acesso a jogos para adultos à sua escolha. Ele taxou como "tortura" o isolamento que sofria no cárcere, exigindo a possibilidade de caminhar e de se comunicar, e também o acesso a um computador "em vez da inútil máquina de escrever com tecnologia de 1873". Entre as reclamações também pede o aumento do seu pagamento semanal.

Ele também recentemente foi aceito como aluno da Faculdade de Ciências Sociais norueguesa, entretanto, caso se disponha a cursar as disciplinas, terá que fazê-lo na prisão. - NT [3] [4]


Revista Veja é Fake News?

Punhos cerrados, saudação “nazista”??
Vejam agora no artigo deste link, como o assunto é tratado pela revista Veja. Apesar de todo o desenrolar do caso ter mostrado que Breivik é no mínimo perturbado mentalmente, os editores da revista não deixam passar a oportunidade de estampá-lo como “neonazista”.

Da mesma forma como encontramos Breivik fazendo a saudação comunista, com os punhos cerrados e apresentado no próprio artigo da revista, existe outra foto do assassino maçom fazendo a saudação hitlerista. E o que isso quer dizer? Que esta clara contradição revela a perturbação mental do condenado ou sua clara intenção de desviar o foco de sua real ideologia, mas não impede que a Veja reforce toda sua ojeriza pelo regime de Hitler e não perca a oportunidade de mostrar o caminho a não ser seguido pelos seus leitores. Ao invés de apresentar os fatos, como todo veículo jornalístico sobre concessão pública faz, ela prossegue livre e solta com seu mantra capenga.

Em termos militares, existe um termo denominado "False flag" (bandeira falsa) que podem ser operações ou realizações conduzidas por governos, corporações, indivíduos ou outras organizações que aparentam ser realizadas pelo inimigo de modo a tirar partido das consequências resultantes. O nome é retirado do conceito militar de utilizar bandeiras do inimigo. Operações de bandeira falsa foram já realizadas tanto em tempos de guerra como em tempo de paz. - NT


NOTA

- grifos e notas em negrito de nossa autoria

Referencias de apoio:

[1] - G1 (link)

[2] utoya.no


[4] - G1 (link)

Um comentário:

  1. Carros bomba, atentado em um acampamentos,... Só um louco para achar que esse cara agiu e planejou tudo sozinho.

    A facilidade que esse homem teve de fazer tudo isso mostra como as coisas foram facilitadas para ele. É claro que isso tem dedo de grupos sionistas maçons do qual Anders Behring Breivik tem ligações claríssimas.

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O Sentinela - Mídia dissidente brasileira

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