segunda-feira, 8 de setembro de 2014

Hitler sobre o comunismo



Por: Adolf Hitler

"Não posso transigir com uma concepção de mundo [o bolchevismo] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões - e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia..."

"O bolchevismo converte campos florescentes em sinistros montões de ruínas; o nacional-socialismo transforma um regime de miséria e destruição num Estado sadio, de próspera vida econômica..."

"A Rússia havia preparado uma revolução mundial em que os trabalhadores alemães serviriam de carne de canhão para o mando do imperialismo bolchevista. Nós, os nacional-socialistas, não pretendemos empregar nossos recursos militares para impor a outros povos, pela força, o que eles não queiram aceitar. O nosso exército não jurou propagar o nacional-socialismo entre as outras nações pelo ferro e pelo fogo, mas sim defender de agressões estrangeiras, com o seu próprio sangue, a idéia nacional-socialista, e por conseguinte o Reich alemão, sua segurança e sua liberdade...” 

"O povo alemão, como soldado, é um dos melhores do mundo: ter-se-ia tornado uma verdadeira "Brigada da Morte" para os propósitos sanguinolentos destes disseminadores internacionais de lutas. A revolução nacional-socialista afastou o perigo, tanto do nosso próprio povo como dos demais..."



"São estas apenas algumas razões do antagonismo que nos separa do comunismo. Afirmo-o: esse antagonismo não pode ser eliminado. Na verdade há aqui dois mundos que mais e mais se distanciam um do outro e jamais poderão se unir. Quando num jornal inglês certo parlamentar se queixa de que pretendemos dividir a Europa em duas partes, então, infelizmente, somos obrigados a informar a esse Robinson Crusoé que vive em sua feliz Ilha Britânica que - embora triste - esta divisão já é um fato consumado... Quando alguém recusa ver uma coisa isso não significa que ela não exista. Anos a fio ridicularizaram-me na Alemanha como profeta; por vários anos consideraram minhas admoestações e profecias como ilusões de um mentecapto..."

"O bolchevismo atacou os fundamentos de toda a nossa ordem humana, tanto no Estado como na sociedade, as bases do nosso conceito de civilização, da nossa fé e da nossa moral; tudo isto está em jogo.

"Se o bolchevismo se contentasse em pregar sua doutrina num único país, as outras nações poderiam ficar indiferentes; mas seu princípio supremo é o internacionalismo; sua profissão de fé é de fazer triunfar em todo o mundo este ponto de vista, isto é, convulsionar a atual ordem do mundo. Se um autor de manchetes britânico se recusa a reconhecê-lo, porta-se mais ou menos como se no décimo quinto século um humanista de Viena não tivesse admitido a intenção do Islamismo de estender sua influência à Europa e tivesse objetado que isso seria rasgar o mundo em pedaços, dividi-lo em oriental e ocidental. Por infelicidade não posso furtar-me à impressão de que a maioria dos que duvidam do perigo mundial bolchevista venham eles próprios do oriente. Os políticos ingleses ainda não conhecem o bolchevismo em sua pátria; nós já o conhecemos. Uma vez que combati a ideia judaico-soviética dentro da Alemanha, uma vez que dominei e expulsei este perigo, julgo possuir melhor compreensão de sua essência do que aqueles que só lidam com ela no terreno literário..."

"Consegui meus êxitos simplesmente porque, em primeiro lugar, me esforcei por ver as coisas tais quais elas são e não como desejaríamos que fossem; segundo, porque, formada a minha opinião, nunca permiti fraquezas que me convencessem do contrário ou me levassem a abandoná-la; terceiro, porque, em todas as circunstâncias, sempre cedi à necessidade, quando como tal a tinha reconhecido. Hoje que o destino me permitiu tamanhos sucessos não serei desleal a esses meus princípios fundamentais..."



"Não me é necessário fortalecer com triunfos militares a reputação do movimento nacional-socialista, nem tampouco o exército alemão. Quem, como nós, empreendeu tão ingentes tarefas econômicas e culturais e está determinado a levá-las avante, pode encontrar a mais alta glória apenas na paz... Mas o bolchevismo que, segundo soubemos faz apenas alguns meses, pretendia aparelhar seu exército de tal maneira que pudesse com violência, se necessário, abrir as portas da revolução entre outros povos - saiba esse bolchevismo que, às portas da Alemanha, encontrará o novo exército alemão... Tenho a convicção de que, como nacional-socialista, sou aos olhos dos burgueses democratas nada mais que um homem selvagem. Embora selvagem, julgo-me melhor europeu e, em qualquer hipótese, mais sensato do que eles. É com grave ansiedade que pressinto na Europa a possibilidade de um desenvolvimento como o seguinte: as democracias talvez continuem a desintegrar os Estados europeus, tornando-os internamente mais inseguros na avaliação dos perigos que os ameaçam e, acima de tudo, mutilando todo o poder de resistência decidida. A democracia é o canal por onde o bolchevismo conduz o veneno para os países desunidos, deixando-o agir tempo suficiente para que as infecções produzam o definhamento da razão e do poder de resistência. Julgo então possível a formação - para evitar algo ainda pior - de coalizões de governo, mascaradas em Frentes Populares ou coisas que o valha, cujo empenho é destruir nesses povos, e talvez o consigam, as últimas forças remanescentes quer em organização quer em projeto, capazes de oferecer resistência ao bolchevismo."

"A brutal carnificina em massa dos combatentes nacional-socialistas, as viúvas dos oficiais nacional-socialistas queimadas após se derramar petróleo sobre elas, o morticínio de crianças e bebês de pais nacional-socialistas, conforme sucede na Espanha, devem servir de admoestação às forças de outros países que tenham pontos de vista afins com os do nacional-socialismo; o bolchevismo que intimidar essas forças de maneira que em situação idêntica não ofereça resistência. Se estes métodos alcançam êxito, se aos modernos girondinos sucedem os jacobinos, se à Frente Popular de Kerensky der lugar aos bolchevistas, então a Europa mergulhará num mar de sangue e lágrimas..."

Nürnberg. Discurso de Hitler a 14 de setembro de 1936

Isso serve muito para ilustrar um tal pensamento divergente, do qual se faz muito presente em nosso próprio país, mesmo entre os adeptos de um suposto nacionalismo brasileiro, tão glorioso no passado como fora como integralismo de Gustavo Barroso, que agora e desde muito tempo vê como "farinha do mesmo saco" a ideia de nacionalismo e ideal imposta pelo nacional-socialismo e a ideia federativa imposta pelos meios marxistas. Em verdade, o internacionalismo marxista e sua ideia de expansão em nada se compara a ideia de encorajamento de autonomia dos povos pregada pela doutrina fascista ou NS. - RN

7 comentários:

  1. A ponderação de Adolf Hitler: - "Não posso transigir com uma concepção de mundo [O BOLCHEVISMO ] que, em toda parte onde alcança o poder, trata logo de libertar, não os trabalhadores, mas a escória da humanidade, o elemento anti-social concentrado nas prisões - e soltar estas bestas selvagens no mundo impotente e aterrado que os rodeia..." era coerente com a do famoso dramaturgo irlandês, George Bernard Shaw, que depois de visitar a União Soviética, declarou em um artigo: “Enquanto na Grã-Bretanha um homem entra na prisão como ser humano e sai como criminoso, na Rússia ele entra como criminoso e sai como ser humano, apesar da grande dificuldade em convencê-lo a sair da prisão. Pelo que depreendi, os criminosos são autorizados a permanecer nas prisões tanto tempo quanto desejarem ...” (In: Paul Johnson, “ Tempos Modernos” , p. 231)

    o notável escritor russo Alexander Soljenítsin agraciado com o Prêmio Nobel de Literatura em 1970, descreveu minuciosamente em “ Arquipélago Gulag” o que foi o processo de bolchevização de sua pátria.“A história da canalização de homens, mulheres e crianças para o ralo sem fim do processo de bolchevização é como as grandes enchentes” – afirma Soljenítsin. É como as torrentes do Obi (arrastando para a taiga os 15 milhões de mujiques – se não foram mais), do bom Ienissei (levando nações inteiras) e do Volga (conduzindo para o arquipélago pessoas de todas as classes sociais)” ( “ Arquipélago Gulag” , p. 35/36).
    Arquipélago Gulag” é um profundo estudo do sistema soviético de prisão e trabalhos forçados nos campos de concentração.


    Der Eckstein des Sozialismus ist Zwangssarbeit und seine letzte Strafe der Tod. http://vho.org/VffG/1999/4/Manon417-425.html "A PEDRA FUNDAMENTAL DO SOCIALISMO É O TRABALHO FORÇADO E SUA ÚLTIMA CONDENAÇÃO, A MORTE."

    Plínio Salgado, em AS DUAS FACES DE SATANÁS http://www.integralismo.org.br/?cont=-5014 expõe-nos as origens do COMUNISMO - fonte de todas barbáries do século XX narradas por Sergio Oliveira em http://documents.tips/documents/sergio-oliveira-os-genocidas-do-seculo-xx.html

    Sem resgatar a verdade sobre a única nação que ousou DEFENDER A HUMANIDADE DO FLAGELO DO COMUNISMO e seus artífices: https://www.youtube.com/watch?v=dSiYszLlYxU não há qualquer perspectiva de um mundo melhor.

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  2. Palavras que dizem a grande verdade!

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  3. "O COMUNISMO NÃO É A FRATERNIDADE, É A INVASÃO DO ÓDIO ENTRE AS CLASSES. NÃO É A RECONCILIAÇÃO DOS HOMENS - É A SUA EXTERMINAÇÃO MÚTUA" Ruy Barbosa http://i1.wp.com/www.elyvidal.com.br/wp-content/uploads/2015/07/image.jpg

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  4. "Os mortos e desaparecidos no Brasil durante a Ditadura Militar são contados às centenas. Um número infinitamente menor que as 43 milhões de vítimas do stalinismo, ou dos mais de 65 milhões de chineses assassinados pelo regime de Mao Tsé Tung. Aliás, o comunismo é pródigo em ditadores sanguinários: Pol Pot matou cerca de 1/3 da população do Camboja – cerca de 2 milhões de pessoas – entre 1976 e 1979, quando foi presidente daquele país; Josip Tito governou a Iugoslávia entre 1945 e 1980, tendo sido diretamente responsável por cerca de 1,5 milhão de mortes; Kim II Sung , “Grande Líder” da Coréia do Norte, tem em sua conta cerca de 5 milhões de pessoas que morreram em decorrência da opressão e da fome.

    Nasci em 1964 e assim como milhões de brasileiros da minha geração e das gerações que se seguiram, não temos estórias de horror para contar acerca da Ditadura Militar. Lamento por aqueles que as tem, mas como disse um grande amigo, “ hoje olhamos a história pelo retrovisor, e isso nos dá um tremendo conforto em saber o que foi, mas não o que poderia ter sido…”

    Linha de montagem da VW. Foi no Regime Militar que se consolidou as bases da moderna indústria brasileira
    Linha de montagem da VW. Foi no Regime Militar que se consolidou as bases da moderna indústria brasileira
    Hoje, 50 anos depois, eu acredito que o Golpe de 1964 cumpriu um importante papel na História de nosso país. A reação dos militares diante da inépcia e da fraqueza de Jango representou o fim do Populismo e o início da modernização do Brasil. No plano econômico trouxe conquistas inegáveis. Entre 1967 e 1973, o Brasil viveu seu Milagre Econômico, alcançando índices de crescimento de até 14% ao ano, sem desemprego e sem inflação, elevando o Brasil do 48º lugar no ranking econômico das nações para o 8º lugar. Foi durante o Governo Militar que foram criadas a Eletrobras, a Nuclebras, a Embratel, o Banco Central e os estímulos às indústrias aeronáutica, naval e automobilística. A Petrobras consolida-se como uma das grandes empresas mundiais. Houve aumento das exportações, modernização do parque industrial brasileiro e expansão do mercado de trabalho. O governo militar criou o Banco Nacional da Habitação (BNH), o Fundo de Garantia sobre Tempo de Serviço (FGTS), o PIS e o PASEP. E não dá para imaginar o Brasil de hoje sem estas realizações! E apesar das restrições às liberdades civis, o Regime Militar contava com o apoio da população. Em julho de 1971 uma pesquisa do IBOPE apontava um índice de 82% de aprovação para o Governo Médici.

    Olhando para o retrovisor sinto um conforto tremendo em saber o que foi, pois foi somente em razão da dureza dos militares que o país não se tornou uma ditadura sanguinária como a da Coréia do Norte, nem uma república de bananas como Cuba. Na menos pior das hipóteses, eles impediram que o Brasil passasse pelo que passa a Colômbia e o Peru, que até hoje combatem guerrilhas comunistas associadas ao tráfico de drogas, o que poderia ter sido…"

    Fonte: https://mkninomiya.wordpress.com/2014/04/03/brasil-1964-golpe-que-marcou-o-inicio-da-ditadura-militar-ou-revolucao-redentora-no-que-voce-acredita/

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  5. http://www.payer.de/religionskritik/karikatur283.gif

    SATANÁS DISCUTE COM SUA AVÓ, QUAL DOS DOIS TERIA GERADO MAIOR FLAGELO À HUMANIDADE. O PRIMEIRO DIZ TER INVENTADO OS JESUÍTAS E A BUROCRACIA.

    SUA AVÓ,ENTÃO: – "O COMUNISMO".

    O MALIGNO DÁ-SE POR VENCIDO.

    Fonte Fuchs, Eduard : “Die Karikatur der europäischen Völker”. — München : lange. — Teil 1: Vom Altertum bis zum Jahre 1848. — 4., vermehrte Aufl. — 1921. — 480 S. : Ill. — S. 413]

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  6. Chanceler alemão Helmut Kohl sempre assegurou que "SEM CONHECER O PASSADO, NÃO SE ENTENDE O PRESENTE NEM SE CONSEGUE VISLUMBRAR UM FUTURO." https://blogln.ning.com/profiles/blogs/leia-a-an-lise-veja-o-filme-o-cult-jonas-que-ter-25-anos-no-ano?xg_source=activity

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