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Adolf Hitler e os banqueiros judeus


Por: S. E. Castan

Seguidamente essa questão é posta em pauta pelos historiadores de plantão. Verdade ou mentira ? Em caso afirmativo, foi o que se chama popularmente de tiro pela culatra…

No outono de 1930 aconteceu algo intrigante para os observadores internacionais que controlavam os rumos da política na Alemanha: na eleição de setembro daquele ano, para o Parlamento, os nacional-socialistas receberam 10 vezes mais votos do que na eleição anterior. E esse resultado passava a influir fundamentalmente no poder da República de Weimar.

Na época, a maioria dos experts políticos não encontrou justificativa para aquele acontecimento.

Somente em 1948, três anos após o término da guerra, apareceram os primeiros vestígios esclarecedores para o enigma referente ao descomunal crescimento dos nacional-socialistas naquelas eleições, através de dois livros, um de autoria do escritor suíço Werner Zimmermann intitulado “Liebet eure Feinde”, que significa “Amai vossos Inimigos” (Ed. Frankhauser, Neuf-Chatel) e outro livro, de Severin Reinhard, intitulado “Spanischer Sommer” ou seja, “Verão Espanhol” (Ed. Aehren) que viria a se transformar num clássico. Ambos convergem sobre a solução do misterioso enigma, sendo “Spanischer Sommer”, a obra de Reinhard, mais ampla e esclarecedora.

Em 1933, em Amsterdã, a respeitável editora Van Holkeman & Warensdorfs, N.V., lançou um livro de 99 páginas com o sugestivo nome “Hitlers geheime Geldquellen”, ou “As fontes de Dinheiro Secretas de Hitler”, de autoria de Sidney Warburg, que reproduzia três conversações que o autor havia tido com Hitler.

Tendo em vista que os nacionalsocialistas já se encontravam no poder e tratando-se de assunto altamente secreto e “delicado”, que não lhes interessava vir a público, a alta finança internacional providenciou a interceptação e a destruição da edição, antes que fosse para as livrarias.

Alguns livros, porém, escaparam da incineração, sendo que dois acabaram nas mãos do representante da Áustria em Haia, na Holanda, através da biblioteca da embaixada, que havia recebido dois volumes para catalogação. Assim os livros chegaram a Viena onde foram lidos pelo chanceler da época -e confidentes do mesmo -o qual, em virtude da situação política da Alemanha, não considerou oportuna a ocasião para qualquer comentário a respeito com von Papen, embaixador alemão em Viena. Preferiram enviar um homem de confiança à Suíça para procurar o Dr. Otto Strasser, um dissidente do nacional-socialismo que havia publicado anteriormente o livro “Die Deutsche Bartolomäus-nacht” (A noite de Bartolomeu alemã), para entregar-lhe um dos livros.

Na continuação, o Dr. Strasser publicou, em 1936, uma pequena obra sobre o assunto intitulada “Finanzielle Weltgeschichte” (História financeira Mundial), que não teve nenhuma repercussão em virtude do alvoroço político e efervescência social que então reinavam na Europa.

Felix Warburg, da famosa família de financistas internacionais, judeu nascido na Alemanha, foi o organizador da linha de navegação alemã Hamburg-America Linie. Seu irmão Paul M. Warburg, por seu lado, fazia parte do governo do presidente Hoover dos EUA, na função de Secretário de Estado e sócio do Banco Kuhn, Loeb & Co., de Nova Iorque. Sidney Warburg, autor do incinerado livro na Holanda, que usava às vezes outros prenomes, era filho de Paul.

Em julho de 1929, 14 meses antes das eleições do Parlamento alemão, o Guarantee-Trust Bank, de Wall Street, também pertencente ao grupo de Warburg, transmitiu ao jovem Sidney instruções para assumir a defesa dos interesses do ramo americano da família, pois, com a instabilidade política crescente na Alemanha, estavam em jogo os fornecimentos de mercadorias no valor em torno de 8 bilhões de dólares na Europa Central. O presidente do Guarantee-Trust Bank havia convidado para aquela sessão extraordinária os diretores do Banco de Reserva Federal americano, FED, o jovem Rockfeller da Standard Oil Co., além de MacGlean da Royal-Dutch Co. (Shell) e representantes de outros 5 bancos privados.

Quais os objetivos da reunião?

Sidney Warburg deveria procurar e apoiar, na Alemanha, um homem que liderasse uma revolução nacional. O Tratado de Versalhes beneficiara fantásticas vantagens à França, através das chamadas reparações de guerra, fato que permitia ao Banco da França desenvolver uma política considerada ameaçadora contra a moeda inglesa e contra o dólar.

Essa condição teria de ser bloqueada e o Tratado deveria ser modificado. A França deveria ser “enquadrada” e ficar sob observação…

Também deveriam ser afastados os russos, por praticarem preços baixos com os combustíveis, e os judeus do Leste deveriam ser mantidos à distância (sic!).

Resumindo: es especuladores de Wall Street desejavam uma Alemanha explorada por eles, não pela França. Quem poderia ajuda-los?

Sisney Warburg viajou para Munique onde encontrou Hitler e seu relações públicas, von Heydt. Hitler teria concordado com a ajuda e recebido imediatamente o primeiro pagamento para o seu partido, no valor de 10 milhões de dólares, correspondente a 40 milhões de marcos, uma quantia astronômica à época, através da casa bancária Mendelsohn & Co., de Amsterdã, com a finalidade de trocar seu movimento para frente. Isso em 1929, antes de ter aumentado em 10 vezes sua representação no Parlamento.

Em 1931 ficou periclitante a posição da libra inglesa e do dólar. A França recebia tão grandes fornecimentos da Alemanha que essa já não podia cobrir as demais dívidas de reparações e seus juros. Hitler teria solicitado mais dinheiro: 500 milhões de marcos para fazer uma “revolução verdadeira”, ou 200 milhões para uma “tomada legal do poder”. Warburg então intermediou mais 15 milhões de dólares através de Mendelsohn & Co., Rotterdamischer Bank, de Roterdã e do Banca Commerciale Italiana, de Roma, com 5 milhões cada.

Warburg teria viajado então para Roma, junto com Strasser, Heydt e Goering (!), onde -sempre segundo os dois autores citados -teria ficado hospedado na residência de Ítalo Balbo, viajando posteriormente de Gênova para Nova Iorque pelo navio Savoya.

No dia 30 de janeiro de 1933 Hitler assumiu a Chancelaria do Reich. Em fevereiro Warburg mantém seu último contato em Berlim, na Fasanenstrasse nº 28. O livro apreendido e incinerado de Sidney Warburg assinala ainda que, antes da eleição de 1933, teriam sido entregues a Hitler mais dois milhões de dólares através do Banco Rhenania de Düsseldorf e mais de 5 milhões através do Banca Commerciale.

Esses teriam sido os principais financiadores judeus para a tomada de poder de Hitler.

Se realmente esperavam que Hitler se transformasse em mais um difusor de seus interesses -fato “normal” em eleições, até os dias de hoje -cometeram então o maior engano de avaliação de suas vidas, pois estavam diante de alguém cujo objetivo político/ideológico visava, acima de tudo, o bem estar do seu povo, expresso através do símbolo da suástica (Vida Feliz), através do programa partidário e exposto, de antemão e com todas as letras, na sua obra “Minha Luta”. Não acreditaram que se encontravam frente a um homem que tinha, na grandeza da sua pátria e nos compromissos com o seu povo, comprometimentos acima de quaisquer exigências estranhas, e que jamais se submeteria aos interesses de financiadores, quaisquer que fossem.

Na realidade esses financiamentos não passavam de uma desesperada tentativa para modificar as metas e pensamento de Hitler, sobre o capitalismo e o bolchevismo judaicos, perigos que ele nunca deixou de citar e combater.

Frustrados no empreendimento, somente lhes restou unirem-se ás vozes de intelectuais e líderes sionistas que já vinham trabalhando e propagando em várias partes do mundo uma campanha para levar a guerra à Alemanha, fato que culminou com a declaração judaica de guerra econômica e propagandística já no dia 23 de março de 1933, recém 50 dias após a posse de Hitler, conforme matéria de capa do Daily Express londrino daquela data.

Os capitalistas judaicos falharam na missão de subverter Hitler, amargando um revés inicial, logo correram atrás do prejuízo e em poucos anos incendiaram o mundo através da II Guerra Mundial, realizando multibilionários negócios de armamentos e equipamentos e, posteriormente, lucros mais fantásticos ainda com os programas de “reconstrução” e tomada de posse dos bens e das almas dos vencidos. Para deter Hitler e seu regime, que durante sua curta e exitosa existência não lhes concedeu o mínimo espaço, revelando ao mundo a face criminosa do sionismo judaico, não hesitaram -como não continuam hesitando até hoje -em causar a morte e sofrimentos inomináveis a milhões de seres humanos.

(Boletim-EP / Esclarecimento ao País Nº 20)

Comentários

  1. Castan, sempre genial. Ícone do Revisionismo no Brasil.

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  2. MAIORES ESTUDIOSOS DOS ALOGENOS JUDEUS NO MERDIL FORAM O PIONEIRO BARROSO E O CASTAN

    ResponderExcluir
  3. NÃO TIVE TEMPO DE LER MAS PARECE LEGAL O TEXTO E DESMENTE MUITOS QUE DIZEM OUTRAS COISAS

    ResponderExcluir

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